quarta-feira, 31 de julho de 2013

Facebook: lucro líquido de U$331 milhões no 2º trimestre


A rede social Facebook anunciou na última quarta-feira resultados melhores que o esperado pelo mercado para o segundo trimestre, graças a um aumento da receita publicitária para aceso ao site com dispositivos móveis.

O grupo norte-americano obteve lucro líquido de 331 milhões de dólares, contra uma perda de 157 milhões um ano antes. A empresa indicou que 40% de suas recita publicitária vem de dispositivos móveis, contra 30% no trimestre anterior.

Nas negociações eletrônicas, as ações do Facebook dispararam 18,33% a U$31,37 por volta das 17H30 (horário de Brasília).

O faturamento do grupo cresceu 53% em relação ao mesmo período do ano passado, a 1,8 bilhão de dólares, quando os analistas esperavam 1,6 bilhão.

O lucro por ação superou em cinco centavos o esperado pelos analistas, a 19 centavos.

"Nosso trabalho para fazer do (dispositivo) móvel o melhor meio de acesso ao Facebook dá bons resultados e nos oferece bases sólidas para o futuro", comentou o presidente do grupo, Mark Zuckerberg, no comunicado.

Fonte: Diário de PE

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terça-feira, 30 de julho de 2013

Desligamento da TV analógica foi antecipado para 2015



O Governo corre para acelerar a TV digital no Brasil. O ministro das Comunicações, Paulo Bernardo e a presidente Dilma Rousseff se reuniram na segunda (29) para antecipar o desligamento do sinal analógico de 2016 para 2015. “Em vez de fazer o apagão da TV analógica em uma única data, em 2016, vamos fazer escalonado, a partir de 2015”, disse o ministro. O decreto foi publicado nesta terça (30) no Diário Oficial da União.

O desligamento começa 1º de janeiro de 2015 e termina dia 31 de dezembro de 2018. Grandes cidades como Brasília, São Paulo e Rio de Janeiro serão as primeiras. O cronograma exato será desenvolvido pelo ministério das Comunicações. Esse decreto substitui um anterior que planejava o desligamento em 2016, de uma única vez.

Fonte: Mundobit

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Novas notas de R$ 2 e R$ 5



Fonte: Diario de PE

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segunda-feira, 29 de julho de 2013

Até 2014, Brasil deve ter 60 mil escolas públicas com aulas em período integral





Mais de 49,3 mil escolas públicas em todo o país têm atividades em período integral. A expectativa é que até o ano que vem sejam 60 mil. No turno complementar, além de acompanhamento pedagógico obrigatório com aulas de reforço escolar em matemática, português, ciências e uma língua estrangeira, os alunos podem praticar esportes e participar de atividades culturais, que ajudam a melhorar a disciplina e a concentração.

“Nossa prioridade tem sido as escolas onde estão as crianças mais pobres, que são aquelas que recebem o Bolsa Família”, disse hoje (29) Dilma Rousseff, durante o programa Café com a Presidenta.

Segundo ela, a educação em dois turnos é importante para o aluno, para a família do aluno e para todo o país, pois o modelo ajuda no aprendizado de crianças e adolescentes. “Nenhum país do mundo chegou a se transformar em uma nação desenvolvida sem que as crianças tenham dois turnos na escola, nos colégios”, ressaltou.

Estudantes de 19,7 mil escolas rurais também participam do programa de ensino em dois turnos. Nessas escolas, além das atividades oferecidas nas demais escolas, os alunos ainda têm aulas ligadas à realidade do campo e da agricultura.

Só este ano, o governo federal já investiu R$ 1,8 bilhão no programa de educação integral. A maior parte dos recursos é repassada diretamente para a escola contratar monitores e professores, comprar material e preparar os espaços para receber as crianças nas atividades do chamado contraturno. O Ministério da Educação também repassa às prefeituras recursos para garantir alimentação de quem fica o dia todo na escola.

Fonte: Agência Brasil

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Ataque de hackers atingem usuários do Instagram



Alguns usuários do Instagram tiveram os seus perfis hackeados na noite do último domingo (28). As reclamações sobre o ataque começaram a ser realizadas pelo Twitter onde os usuários informavam que tentavam recuperar o acesso de suas contas, mas não conseguiam; enquanto isso, fotos não autorizadas com URL suspeitas eram publicadas em seus perfis, em sua maioria com imagens de frutas e sucos dietéticos. Um ataque similar já havia ocorrido na rede durante o mês de junho.

A rede social confirmou o ataque ao The Next Web. “Ontem à noite uma pequena porção de nossos usuários passou por um incidente de spam onde fotos indesejadas foram postadas em suas contas. Nossa equipe de segurança e spam rapidamente tomou providências para preservar as contas envolvidas, e as fotos publicadas estão sendo deletadas”, declarou.

Ainda não foram divulgadas informações de quantos perfis foram afetados e como o ataque foi feito, se através de uma invasão nos servidores do Instagram ou algo diferente.


Fonte: Leia Já

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Tecnologia 3D começa a dar sinais de saturação




Quando o longa Avatar estreou, no final de 2009, a impressão que se tinha era de que o cinema nunca mais seria o mesmo. Dirigido e idealizado por James Cameron, o filme deu um passo adiante no uso da tecnologia em uma produção, com a mistura de imagens de atores reais em 3D e composições de cenários e personagens feitas em computadores. O resultado foi um filme aclamado pela crítica por sua beleza e, ao mesmo tempo, bem recebido pelo público, que o transformou na maior bilheteria de todos os tempos: 2,7 bilhões de dólares, no total. O impacto se deu pela maneira original como Cameron usava o 3D – ele criou equipamentos próprios para isso – e fazia o espectador se sentir dentro do filme. Daí se explicam as estatísticas de Avatar, que somente no fim de semana de estreia nos Estados Unidos teve 71% de sua arrecadação oriunda das salas que exibiam cópias em três dimensões.

As produções que estrearam na sequência seguiram o caminho mostrado por James Cameron. De acordo com dados do site Box Office Mojo. Alice no País das Maravilhas, de Tim Burton, conseguiu 70% de sua bilheteria de estreia, de 116,1 milhões de dólares, com as exibições em 3D. No caso de Tron: O Legado, de Joseph Kosinski, a fatia do 3D foi de surpreendentes 82% da arrecadação de 44 milhões de dólares no fim de semana de estreia. A aposta na tecnologia era tamanha que até diretores experientes e consagrados como Martin Scorsese (e seu Hugo, indicado ao Oscar de melhor filme em 2012) embarcaram nas três dimensões. Havia quem imaginasse que o cinema jamais abriria mão do 3D.

O que se vê hoje, porém, é uma saturação da tecnologia. Entre junho e julho, no intervalo de duas semanas, duas produções se sucederam no posto de pior estreia em 3D da história. Somente 27% da arrecadação da animação Meu Malvado Favorito 2 no primeiro fim de semana de exibição, nos EUA, veio das salas 3D. Quinze dias antes, outra animação, Universidade Monstros, fez 31% de sua bilheteria com cópias que exigem óculos especiais. E o mau desempenho do 3D não se restringe a animações. Na estreia do novo longa de Brad Pitt,Guerra Mundial Z, apenas 34% dos ingressos comprados eram para sessões em 3D, resultado pouco melhor que o de O Grande Gatsby, com 33%.

Se a tecnologia começou a dar sinais de cansaço em 2012, com longas como Madagascar 3: Os Procurados e sua fatia 45% para o 3D, 2013 parece ser o ano da debacle. 

Causas da queda – A obrigação de usar óculos nem sempre limpos ou confortáveis, a qualidade por vezes suspeita do 3D e, como consequência, o nem sempre compensador investimento nas sessões com a tecnologia, mais caras, são alguns dos fatores que vêm jogando contra a tecnologia.

A má utilização do 3D se dá pelo que o diretor James Cameron, o criador do fenômeno Avatar, chama de automatismo dos estúdios. Em busca de um caminho fácil para fazer dinheiro, muitas produtoras apostam na conversão pura e simples de filmes feitos em 2D para longas em três dimensões. A técnica de Cameron, ao contrário, consiste em filmar toda a produção em 3D, o que dá uma sensação maior de profundidade ao longa. E custa mais.

Além de um efeito superficial, o processo de conversão, utilizado em filmes como Fúria de Titãs (2010) e O Último Mestre do Ar (2010), pode causar uma piora significativa na qualidade das imagens, uma vez que o material gravado em duas dimensões nem sempre se adequa ao formato de três. “O motivo por que digo que Hollywood não está fazendo direito é que o processo se tornou automático”, disse James Cameron, citando outros dois exemplos da criticada conversão, durante o fórum americano de tecnologia TagDF, no começo de julho. “O Homem de Aço e Homem de Ferro 3 não precisavam estar em 3D. Se você gastar 150 milhões de dólares em efeitos visuais, seu filme já vai ser espetacular.”

O 3D mal feito afugenta espectadores, para quem o boca a boca ainda é a melhor forma de publicidade, de acordo com Humberto Neiva, professor de distribuição e exibição do curso de Cinema da Fundação Armando Álvares Penteado (Faap). “O público se sente ludibriado por pagar a mais para ver um filme em três dimensões sem qualidade”, diz.

Segundo o professor, o baixo faturamento de animações como Meu Malvado Favorito 2 e Universidade Monstros também pode estar relacionado ao público que esses filmes atingem, o infantil. “Para crianças é mais difícil a utilização dos óculos 3D, elas são mais inquietas”, disse. De olho nesse problema, pesquisadores vêm tentando desenvolver um sistema que dispense a utilização do acessório.

O eterno retorno – Anunciada por muitos como definitiva ao surgir, alguns anos atrás, a onda do 3D no cinema iniciada por Avatar não é a primeira e não será a última. A mais antiga moda da tecnologia de que se tem notícia aconteceu na década de 1950, quando até Alfred Hitchcock aderiu ao recurso – ele o empregou em Disque M para Matar (1954). Na época, porém, a tecnologia era incipiente e apresentava dificuldades técnicas, segundo Pedro Butcher, editor do site especializado FilmeB. Rodados em películas de 35 milímetros, os longas eram instáveis e causavam desconforto ao espectador quando se acrescentava o 3D.

Com a digitalização dos filmes, o problema foi resolvido e os estúdios aprenderam a gerrenciar melhor o recurso. “No começo do 3D, havia uma euforia, um pensamento de que o recurso seria usado para filmes de todos os gêneros, até comédias românticas. Hoje, se sabe que ele funciona melhor em produções de ação, fantasia e animações”, diz Butcher.

Brasil ainda curte – As dificuldades que o mercado exibidor americano enfrenta com o 3D não se repetem por aqui. Segundo dados da empresa de pesquisas Rentrak Brasil, os melhores resultados de três dimensões no ano passado foram os de Os Vingadores (56,1% da receita total) e A Era do Gelo 4 (48,2%), ambos superados pelo melhor resultado deste ano. O Homem de Ferro teve 64% da sua arrecadação proveniente de sessões com a tecnologia. O aumento foi percebido pela rede Kinoplex, cujas salas 3D foram responsáveis por 24% do público no primeiro semestre, ante 22% no mesmo período de 2012, segundo Patricia Cotta, gerente de marketing da rede.

Para o professor Humberto Neiva, isso se deve ao sentimento de novidade que o 3D traz ao público brasileiro, ao contrário do americano, que está acostumado com o recurso. O maior investimento em salas 3D também influencia, uma vez que amplia a oferta. Oferta que ainda não chegou ao seu limite. Segundo Pedro Butcher, ainda há espaço para o cinema 3D crescer no país. Apenas 747 das mais de 2.500 salas brasileiras estão equipadas para exibir filmes em três dimensões, mas até o final de 2015 o circuito estará completamente digitalizado.

O reduzido número de salas 3D foi apontado por Mariana Caltabiano, diretora e produtora de Brasil Animado (2011), a primeira produção brasileira em 3D, como um dos maiores entraves para a decolagem de longas tupiniquins que se utilizem do recurso. Ela lembra que Brasil Animado, um passeio nas telas por diversos pontos turísticos brasileiros, ficou apenas seis semanas em cartaz no grande circuito porque logo precisava ser substituído por outros filmes. Mas, a bem da verdade, o filme era um fiasco – mais um caso de 3D mal utilizado.

Fonte: Veja

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