segunda-feira, 17 de maio de 2010

YouTube comemora 5 anos de sucesso


O Youtube completa cinco anos de existência nesse mês junto com o anúncio, nesta segunda-feira (17), de que seus vídeos são vistos cerca de 2 bilhões de vezes diariamente. De acordo com o Google, dono do site, o número significa quase o dobro de audiência do horário nobre das três maiores redes de TV norte-americanas juntas. Cada visitante passa, em média, 15 minutos por dia no Youtube.
"Começamos como um site para videologgers domésticos e vídeos virais, e evoluímos para uma plataforma global que roda HD e 3D, transmite temporadas completas de esportes ao vivo para mais de 200 países. Trazemos filmes completos de Hollywood e de estúdios independentes para audiências imensas. Ativistas documentam o desconforto social para transformar sociedades, e figuras cívicas e políticas aparecem em entrevistas para o mundo", disse a companhia em seu blog oficial.
Para comemorar a data, o Youtube colocou no ar o canal Youtube Cinco Anos, www.youtube.com/user/FiveYear, em mais de vinte idiomas, com vídeos de usuários de todos os lugares descrevendo como "o YouTube mudou ou moldou suas vidas".
A página especial também conta com depoimentos de cinco "curadores convidados", o comediante e apresentador Conan O'Brien, o cineasta Pedro Almodóvar, a apresentadora Katie Couric, o designer Jonathan Adler e o "pai" da internet, Vint Verf, que apontam seus vídeos favoritos.

Fonte: Click 21

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Space Alien Invaders 1.0


Jogo gratuito de nave de estilo arcade clássico, para PC. em Space Alien Invaders você lutará contra ondas e ondas de ataques de naves de aliens invasores.

Relembre dos tempos de ouro dos arcades com este remake de Space Invaders. Lançado originalmente pela Taito Entertainment em 1978, este jogou marcou a história dos games.


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quinta-feira, 13 de maio de 2010

Abolicionismo no Brasil


A história do abolicionismo no Brasil remonta à primeira tentativa de abolição da escravidão indígena, em 1611, e a sua abolição definitiva, pelo Marquês de Pombal, durante o reinado de D. José I, e aos movimentos emancipacionistas no período colonial, particularmente a Conjuração Baiana de 1798, em cujos planos encontrava-se o da erradicação da escravidão. Após a Independência do Brasil, as discussões a este respeito estenderam-se por todo o período do Império, tendo adquirido relevância a partir de 1850, e, caráter verdadeiramente popular, a partir de 1870, culminando com a assinatura da Lei Áurea de 13 de maio de 1888, que extinguiu a escravidão negra no Brasil.

Em 13 de maio de 1888, o governo imperial rendeu-se às pressões e a princesa Isabel de Bragança assinou a lei Áurea, que extinguiu a escravidão no Brasil. A decisão desagradou aos fazendeiros, que exigiam indenizações pela perda de "seus bens". Como não as conseguiram, aderiram ao movimento republicano. Ao abandonar o regime escravista, o Império perdeu uma coluna de sustentação política. O fim da escravatura, porém, não melhorou a condição social e econômica dos ex-escravos. Sem formação escolar ou uma profissão definida, para a maioria deles a simples emancipação jurídica não mudou sua condição subalterna nem ajudou a promover sua cidadania ou ascensão social.

A lei Áurea foi o coroamento da primeira mobilização nacional da opinião pública, na qual participaram políticos e poetas, escravos, libertos, estudantes, jornalistas, advogados, intelectuais e operários.

Esse 13 de maio, (que já foi feriado nacional durante a República Velha), da princesa Isabel de Bragança (filha do Imperador Dom Pedro II), que estudamos na escola primária é o 13 de maio da doação da liberdade, e ressalta o apoio dado por muitos brancos da época à abolição da escravatura.

Os militantes do atual movimento negro no Brasil evocam um outro 13 de maio, que vê a abolição, em 13 de maio de 1888, como sendo um "golpe branco" visando frear o avanço da população negra, na época, um minoria oprimida.

Num terceiro enfoque, o 13 de maio é visto como conquista popular. Nesse enfoque se devem centrar os debates modernos, que encarem o problema negro como problema nacional. Todo o processo da abolição no Brasil foi lento e ambíguo, pois, como afirma José Murilo de Carvalho: "A sociedade estava marcada por valores de hierarquia, de desigualdade; marcada pela ausência dos valores de liberdade e de participação; marcada pela ausência da cidadania", e mostra ainda José Murilo que não eram apenas grandes fazendeiros que possuíam escravos.

Fonte: Wikipédia

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Concurso Público - Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS)


A Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS), por intermédio da Fundação Euclides da Cunha (FEC), de Apoio Institucional à Universidade Federal Fluminense (UFF), abre Processo Seletivo Simplificado para provimento de 89 vagas de nível/área de atuação temporários de Nível Superior, com lotação na sede da ANS na cidade do Rio de Janeiro-RJ.

São 29 vagas de Técnico para atividades técnicas de suporte, com remuneração de R$ 3.800,00, e 60 vagas de Técnico para atividades técnicas de complexidade intelectual, com remuneração de R$ 6.130,00.

As inscrições deverão ser feitas das 10h00 do dia 26 de abril até às 23h59 do dia 17 de maio de 2010, no portal www.fec.uff.br, da Fundação Euclides da Cunha/Universidade Federal Fluminense (FEC/UFF).

Baixe o Edital do Concurso
Link

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terça-feira, 11 de maio de 2010

Ocê Mi Oiô!!!


Lá na roça, um menino e uma menina foram criados juntos, desde que eram bem miudin...
O tempo foi passano, passano, eles foi creceno, creceno.
Aí se casaro.
No dia do casório, sacumé, povo da roça não viaja na lua de mér, já vai direto pra casinha de pau a pique.
Chegano lá na casinha, o Zé, muito tímido, vira para Maria e fala:
- Ó Maria, nois vai tirano a rôpa, mais ocê num mi óia, nem ieu ti óio, vamu ficar dis costa.
Maria responde:
- Tá bão Zé. Intaum eu num ti óio e ocê num mi óia, cumbinado.
Nisso Maria abre a malinha de papelão novinha que ganhou do pai, tira a camisola que ganhou da mãe.
Maria tira a roupa. Ao vestir a camisola notou que a mãe tinha lavado, ponhou no sór pra módi quará e ficá bem branquinha..Tava um capricho só a camisola.
Só que a véia pra mode branquiá a camisola, lavô dimais qui incurtô a dita prá mais di parmo e usou goma demais prá passar a camisola, deixando muito engomada.
Maria então diz:
- Meu Deusducéu, cuma é qui eu vô drumi com um trem duro e piquininim desse?
Aí o Zé fala:
- Ah Maria! Assim num vale! Ocê mi oiô, né?..........

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