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quinta-feira, 13 de março de 2014

"The Big Bang Theory" é renovada até a 10ª temporada



O canal CBS renovou “The Big Bang Theory” para mais três temporadas, garantindo que asérie se estenda por dez anos, revelou o site da Variety.

De acordo com o Hollywood Reporter, os intérpretes de Leonard (Johnny Galecki), Penny (Kaley Cuoco) e Sheldon (Jim Parsons) estariam negociando um salário de um milhão de dólares por episódio para as próximas temporadas.

O programa é uma das maiores audiência do horário nobre dos EUA e atingiu seu maior número durante a sétima temporada, chegando a 19,8 milhões de espectadores.

"Essa negociação de múltiplos anos garante que a emissora permaneça na posição que está pelas próximas temporadas. Temos muito orgulho do trabalho de Chuck Lorre, Steve Molaro e do incrível elenco semanalmente", disse a CEO da emissora, Nina Tassler, em comunicado oficial.

“The Big Bang Theory” atualmente exibe sua sétima temporada nos Estados Unidos às quintas-feiras. No Brasil, a série é exibida pelo canal pago Warner e na TV aberta pelo SBT (como “Big Bang: A Teoria”).

Fonte: Exame

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quinta-feira, 16 de janeiro de 2014

Oscar 2014: Gravidade e Trapaça são os filmes com maior número de indicações



Trapaça e Gravidade, cada um disputando em 10 categorias. Estes são os filmes com maior número de indicações no Oscar 2014, que selecionou apenas nove candidatos para a categoria principal da premiação, de melhor filme.

Curiosamente, os dois filmes foram os preferidos pelos leitores do AdoroCinema na enquete da semana passada, quando perguntamos qual seria o filme com maior número de indicações no Oscar 2014. Gravidade venceu com 29,67% dos votos, enquanto que Trapaça veio em segundo lugar, com 15,25%.

Confira logo abaixo a relação completa dos indicados à premiação máxima do cinema mundial. A cerimônia do Oscar 2014 contecerá em 2 de março, em pleno domingo de Carnaval, com Ellen DeGeneres como apresentadora e transmissão ao vivo pela TV por assinatura pelo canal TNT.

MELHOR FILME

Trapaça
12 Anos de Escravidão
Gravidade
O Lobo de Wall Street
Clube de Compras Dallas
Ela
Capitão Phillips
Nebraska
Philomena

MELHOR DIRETOR

Steve McQueen (12 Anos de Escravidão)
David O. Russell (Trapaça)
Martin Scorsese (O Lobo de Wall Street)
Alfonso Cuarón (Gravidade)
Alexander Payne (Nebraska)

MELHOR ATOR

Chiwetel Ejiofor (12 Anos de Escravidão)
Matthew McConaughey (Clube de Compras Dallas)
Bruce Dern (Nebraska)
Christian Bale (Trapaça)
Leonardo DiCaprio (O Lobo de Wall Street)

MELHOR ATRIZ

Amy Adams (Trapaça)
Sandra Bullock (Gravidade)
Cate Blanchett (Blue Jasmine)
Judi Dench (Philomena)
Meryl Streep (Álbum de Família)

MELHOR ATOR COADJUVANTE

Michael Fassbender (12 Anos de Escravidão)
Bradley Cooper (Trapaça)
Barkhad Abdi (Capitão Phillips)
Jared Leto (Clube de Compras Dallas)
Jonah Hill (O Lobo de Wall Street)

MELHOR ATRIZ COADJUVANTE

Lupita Nyong'o (12 Anos de Escravidão)
Jennifer Lawrence (Trapaça)
Julia Roberts (Álbum de Família)
June Squibb (Nebraska)
Sally Hawkins (Blue Jasmine)

MELHOR FILME DE ANIMAÇÃO

Os Croods
Ernest e Célestine
Frozen - Uma Aventura Congelante
Vidas ao Vento
Meu Malvado Favorito 2

MELHOR FILME ESTRANGEIRO

Alabama Monroe (Bélgica)
A Grande Beleza (Itália)
A Caça (Dinamarca)
Omar (Palestina)
A Imagem que Falta (Camboja)

MELHOR DOCUMENTÁRIO

A um Passo do Estrelato
O Ato de Matar
A Praça Tahrir
Cutie and the Boxer
Guerras Sujas

MELHOR ROTEIRO ORIGINAL

Woody Allen (Blue Jasmine)
Spike Jonze (Ela)
Bob Nelson (Nebraska)
Eric Singer e David O. Russell (Trapaça)
Craig Borten e Melisa Wallack (Clube de Compras Dallas)

MELHOR ROTEIRO ADAPTADO

John Ridley (12 Anos de Escravidão)
Julie Delpy, Ethan Hawke e Richard Linklater (Antes da Meia-noite)
Billy Ray (Capitão Phillips)
Terence Winter (O Lobo de Wall Street)
Steve Coogan e Jeff Pope (Philomena)

MELHOR FOTOGRAFIA

Philippe Le Sourd (O Grande Mestre)
Emmanuel Lubezki (Gravidade)
Bruno Delbonnel (Inside Llewyn Davis - Balada de um Homem Comum)
Phedon Papamichael (Nebraska)
Roger Deakins (Os Suspeitos)

MELHOR TRILHA SONORA

Alexandre Desplat (Philomena)
William Butler e Owen Pallett(Ela)
John Williams (A Menina que Roubava Livros)
Steven Price (Gravidade)
Thomas Newman (Walt nos Bastidores de Mary Poppins)

MELHOR CANÇÃO ORIGINAL

"Let It Go" (Frozen - Uma Aventura Congelante)
"The Moon Song" (Ela)
"Ordinary Love" (Mandela)
"Alone Yet Not Alone" (Alone Yet Not Alone)
"Happy" (Meu Malvado Favorito 2)

MELHOR DIREÇÃO DE ARTE

12 Anos de Escravidão
Gravidade
O Grande Gatsby
Trapaça
Ela

MELHOR MAQUIAGEM E PENTEADO

O Cavaleiro Solitário
Vovô Sem Vergonha
Clube de Compras Dallas

MELHOR FIGURINO

12 Anos de Escravidão
Trapaça
O Grande Gatsby
The Invisible Woman
O Grande Mestre

MELHOR EDIÇÃO

Jay Cassidy e Crispin Struthers (Trapaça)
Christopher Rouse (Capitão Phillips)
Alfonso Cuarón e Mark Sanger (Gravidade)
Joe Walker (12 Anos de Escravidão)
Clube de Compras Dallas

MELHORES EFEITOS ESPECIAIS

Gravidade
O Hobbit: A Desolação de Smaug
Homem de Ferro 3
O Cavaleiro Solitário
Além da Escuridão - Star Trek

MELHOR EDIÇÃO DE SOM

Até o Fim
Capitão Phillips
Gravidade
O Grande Herói
O Hobbit: A Desolação de Smaug

MELHOR MIXAGEM DE SOM

O Hobbit: A Desolação de Smaug
Capitão Phillips
Gravidade
Inside Llewyn Davis - Balada de um Homem Comum
O Grande Herói

MELHOR CURTA-METRAGEM

Aquel No Era Yo
Helium
Pitääkö Mun Kaikki Hoitaa?
The Voorman Problem
Avant Que De Tout Perdre (Just Before Losing Everything) *

MELHOR CURTA-METRAGEM DE ANIMAÇÃO

Get a Horse!
Feral
Mr. Hublot
Possessions
Room on the Broom

MELHOR CURTA-METRAGEM DE DOCUMENTÁRIO

Facing Fear
Karama Has No Walls
The Lady in Number 6: Music Saved My Life
Prison Terminal: The Last Days of Private Jack Hall
CaveDigger

Fonte: AdoroCinema

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sábado, 10 de agosto de 2013

FIFA World será lançado gratuitamente para PCs este ano



O jogo FIFA World virá gratuitamente para PCs, afirmou nessa quinta (8) a empresa desenvolvedora Electronic Arts. Será o “mais avançado título de futebol já criado”, segundo a produtora.

O jogo está sendo feito pela EA Canada e terá 30 ligas oficiais e mais de 600 clubes, sendo 19 do Brasil. Será gratuito para jogar, mas será necessário uma conexão permanente à internet.

Esse jogo será exclusivo para Brasil e Rússia e será lançado novembro. A EA Sports já fez uma experiência parecida quando lançou o FIFA Online 3 de graça para a Coreia do Sul.




Fonte: Mundobit

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segunda-feira, 29 de julho de 2013

Tecnologia 3D começa a dar sinais de saturação




Quando o longa Avatar estreou, no final de 2009, a impressão que se tinha era de que o cinema nunca mais seria o mesmo. Dirigido e idealizado por James Cameron, o filme deu um passo adiante no uso da tecnologia em uma produção, com a mistura de imagens de atores reais em 3D e composições de cenários e personagens feitas em computadores. O resultado foi um filme aclamado pela crítica por sua beleza e, ao mesmo tempo, bem recebido pelo público, que o transformou na maior bilheteria de todos os tempos: 2,7 bilhões de dólares, no total. O impacto se deu pela maneira original como Cameron usava o 3D – ele criou equipamentos próprios para isso – e fazia o espectador se sentir dentro do filme. Daí se explicam as estatísticas de Avatar, que somente no fim de semana de estreia nos Estados Unidos teve 71% de sua arrecadação oriunda das salas que exibiam cópias em três dimensões.

As produções que estrearam na sequência seguiram o caminho mostrado por James Cameron. De acordo com dados do site Box Office Mojo. Alice no País das Maravilhas, de Tim Burton, conseguiu 70% de sua bilheteria de estreia, de 116,1 milhões de dólares, com as exibições em 3D. No caso de Tron: O Legado, de Joseph Kosinski, a fatia do 3D foi de surpreendentes 82% da arrecadação de 44 milhões de dólares no fim de semana de estreia. A aposta na tecnologia era tamanha que até diretores experientes e consagrados como Martin Scorsese (e seu Hugo, indicado ao Oscar de melhor filme em 2012) embarcaram nas três dimensões. Havia quem imaginasse que o cinema jamais abriria mão do 3D.

O que se vê hoje, porém, é uma saturação da tecnologia. Entre junho e julho, no intervalo de duas semanas, duas produções se sucederam no posto de pior estreia em 3D da história. Somente 27% da arrecadação da animação Meu Malvado Favorito 2 no primeiro fim de semana de exibição, nos EUA, veio das salas 3D. Quinze dias antes, outra animação, Universidade Monstros, fez 31% de sua bilheteria com cópias que exigem óculos especiais. E o mau desempenho do 3D não se restringe a animações. Na estreia do novo longa de Brad Pitt,Guerra Mundial Z, apenas 34% dos ingressos comprados eram para sessões em 3D, resultado pouco melhor que o de O Grande Gatsby, com 33%.

Se a tecnologia começou a dar sinais de cansaço em 2012, com longas como Madagascar 3: Os Procurados e sua fatia 45% para o 3D, 2013 parece ser o ano da debacle. 

Causas da queda – A obrigação de usar óculos nem sempre limpos ou confortáveis, a qualidade por vezes suspeita do 3D e, como consequência, o nem sempre compensador investimento nas sessões com a tecnologia, mais caras, são alguns dos fatores que vêm jogando contra a tecnologia.

A má utilização do 3D se dá pelo que o diretor James Cameron, o criador do fenômeno Avatar, chama de automatismo dos estúdios. Em busca de um caminho fácil para fazer dinheiro, muitas produtoras apostam na conversão pura e simples de filmes feitos em 2D para longas em três dimensões. A técnica de Cameron, ao contrário, consiste em filmar toda a produção em 3D, o que dá uma sensação maior de profundidade ao longa. E custa mais.

Além de um efeito superficial, o processo de conversão, utilizado em filmes como Fúria de Titãs (2010) e O Último Mestre do Ar (2010), pode causar uma piora significativa na qualidade das imagens, uma vez que o material gravado em duas dimensões nem sempre se adequa ao formato de três. “O motivo por que digo que Hollywood não está fazendo direito é que o processo se tornou automático”, disse James Cameron, citando outros dois exemplos da criticada conversão, durante o fórum americano de tecnologia TagDF, no começo de julho. “O Homem de Aço e Homem de Ferro 3 não precisavam estar em 3D. Se você gastar 150 milhões de dólares em efeitos visuais, seu filme já vai ser espetacular.”

O 3D mal feito afugenta espectadores, para quem o boca a boca ainda é a melhor forma de publicidade, de acordo com Humberto Neiva, professor de distribuição e exibição do curso de Cinema da Fundação Armando Álvares Penteado (Faap). “O público se sente ludibriado por pagar a mais para ver um filme em três dimensões sem qualidade”, diz.

Segundo o professor, o baixo faturamento de animações como Meu Malvado Favorito 2 e Universidade Monstros também pode estar relacionado ao público que esses filmes atingem, o infantil. “Para crianças é mais difícil a utilização dos óculos 3D, elas são mais inquietas”, disse. De olho nesse problema, pesquisadores vêm tentando desenvolver um sistema que dispense a utilização do acessório.

O eterno retorno – Anunciada por muitos como definitiva ao surgir, alguns anos atrás, a onda do 3D no cinema iniciada por Avatar não é a primeira e não será a última. A mais antiga moda da tecnologia de que se tem notícia aconteceu na década de 1950, quando até Alfred Hitchcock aderiu ao recurso – ele o empregou em Disque M para Matar (1954). Na época, porém, a tecnologia era incipiente e apresentava dificuldades técnicas, segundo Pedro Butcher, editor do site especializado FilmeB. Rodados em películas de 35 milímetros, os longas eram instáveis e causavam desconforto ao espectador quando se acrescentava o 3D.

Com a digitalização dos filmes, o problema foi resolvido e os estúdios aprenderam a gerrenciar melhor o recurso. “No começo do 3D, havia uma euforia, um pensamento de que o recurso seria usado para filmes de todos os gêneros, até comédias românticas. Hoje, se sabe que ele funciona melhor em produções de ação, fantasia e animações”, diz Butcher.

Brasil ainda curte – As dificuldades que o mercado exibidor americano enfrenta com o 3D não se repetem por aqui. Segundo dados da empresa de pesquisas Rentrak Brasil, os melhores resultados de três dimensões no ano passado foram os de Os Vingadores (56,1% da receita total) e A Era do Gelo 4 (48,2%), ambos superados pelo melhor resultado deste ano. O Homem de Ferro teve 64% da sua arrecadação proveniente de sessões com a tecnologia. O aumento foi percebido pela rede Kinoplex, cujas salas 3D foram responsáveis por 24% do público no primeiro semestre, ante 22% no mesmo período de 2012, segundo Patricia Cotta, gerente de marketing da rede.

Para o professor Humberto Neiva, isso se deve ao sentimento de novidade que o 3D traz ao público brasileiro, ao contrário do americano, que está acostumado com o recurso. O maior investimento em salas 3D também influencia, uma vez que amplia a oferta. Oferta que ainda não chegou ao seu limite. Segundo Pedro Butcher, ainda há espaço para o cinema 3D crescer no país. Apenas 747 das mais de 2.500 salas brasileiras estão equipadas para exibir filmes em três dimensões, mas até o final de 2015 o circuito estará completamente digitalizado.

O reduzido número de salas 3D foi apontado por Mariana Caltabiano, diretora e produtora de Brasil Animado (2011), a primeira produção brasileira em 3D, como um dos maiores entraves para a decolagem de longas tupiniquins que se utilizem do recurso. Ela lembra que Brasil Animado, um passeio nas telas por diversos pontos turísticos brasileiros, ficou apenas seis semanas em cartaz no grande circuito porque logo precisava ser substituído por outros filmes. Mas, a bem da verdade, o filme era um fiasco – mais um caso de 3D mal utilizado.

Fonte: Veja

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terça-feira, 28 de maio de 2013

Superman: O Homem de Aço - Trailer Legendado

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segunda-feira, 20 de maio de 2013

'Faroeste Caboclo' promove o encontro de Renato Russo com João do Santo Cristo




É quase inevitável que um filme passe pela cabeça de quem ouve Faroeste Caboclo, roteiro cinematográfico travestido de música na composição de Renato Russo lançada em 1987. É esse filme que se tem diante dos olhos com o longa-metragem homônimo de René Sampaio, com estreia nacional prevista para o dia 30. 

Extremo e poético como a canção que narra a tragédia do “Peixes com ascendente em Escorpião” João de Santo Cristo, o filme do estreante brasiliense não é, como se poderia esperar, um videoclipe da música. Mas os fãs podem respirar aliviados: a história está lá, senão inteira e literal, em essência preservada.




Talvez menos preocupados em seguir à risca o enredo dos 159 versos de Renato Russo do que levar para a tela a discussão sobre desigualdade social que eles propõem, os roteiristas Marcos Bernstein e Victor Atherino deram ênfase à formação do bandido que remete a Jesus Cristo – natural de Santo Cristo, no sertão da Bahia, ele é exímio marceneiro. 

Mas deixaram de lado a ideia da letra que transforma o traficante numa figura pop. A dupla também assina o roteiro de Somos Tão Jovens, baseado na juventude de Renato Russo.

Fonte: Veja

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sábado, 11 de maio de 2013

Hit-Girl protagoniza Kick-Ass 2

Os fãs de comics e dos filmes de super-heróis têm muitos motivos pra comemorar este ano. Depois da estreia de Iron Man 3 e da expectativa por Superman (Man of steel), os cinemas se preparam pra chegada da sequência de Kick-Ass.




O filme tem foco na vida de Mindy Macready, uma adolescente de 15 anos, aparentemente tímida, mas que bota pra quebrar como a heroína Hit-girl. E uma das principais novidades para os fãs da história é a presença de Jim Carrey, no papel do Coronel Stars and Stripes, que se une ao super Kick-Ass pra combater o traidor e vilão, Red Mist.






Com os atores Aaron Taylor-Johnson (Kick-Ass) e Chloë Grace Moretz (Hit-Girl) confirmados no elenco, o longa, que provavelmente será pra maiores de 18 anos, teve seu primeiro trailer divulgado há pouco mais de um mês. O segundo pode ser conferido abaixo:






A estreia do longa nos Estados Unidos está prevista pra agosto, porém os fãs da série no Brasil só poderão conferir seu lançamento no dia 13 de setembro. O que se espera é que a data seja alterada, afinal, a ansiedade por aqui também é grande.



Fonte: Oi Acontece

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quinta-feira, 25 de abril de 2013

Rock da Legião Urbana invade os cinemas




Se nesta sexta (26) a história de um super-herói metálico invade centenas de cinemas no Brasil, na sexta-feira seguinte (03/05) a história de um outro herói - es­se brasileiro, míope e que fi­cou numa cadeira de rodas par­te de sua adolescência - tam­bém não deixa por menos, indo tomar, no mínimo, 500 salas de ci­nema no País. O filme é “So­mos Tão Jovens”, de Antônio Carlos da Fontoura, e o he­rói, para milhões de fãs, é o músico Renato Russo (1960-1996). A produção é a maior investida da distribuidora Imagem Filmes, numa parceira com a Fox Films.

A produção, que cobre os anos de 1976 a 1982, período de formação musical do artista e das bandas Aborto Elétrico e Legião Urbana, é uma dos três produções em cinema que o­lha com carinho para o maior momento da efervescência musical na Capital Federal. Unem-se a ele o documentário “Rock Brasília: Era de Ouro”, lançado por Vladimir Carvalho em 2011, e “Faroeste Caboclo”, de René Sampaio, com estreia marcada para 31 de maio. Este último inspirado na música homônimo do líder do Legião. 

“Somos tão Jovens”, entretanto, é o filme que deve pegar os fãs (e não-fãs) pelo coração, uma vez que Fontoura priorizou aqui o lado humano do ídolo. As fragilidades, dúvidas e inquieta­ções que vemos no Renato Rus­­so extremamente bem carac­terizado por Thiago Mendon­ça (o Luciano de “2 Filhos de Francisco”) deixa “Somos Tão Jovens” mais universal e a­berto inclusive para o mercado estrangeiro. “No Uruguai, por e­xemplo, o Renato tem um fã-clu­be incrível”, lembrou o dire­tor em entrevista coletiva na tar­de de terça-feira em São Paulo. 

Na mesma conversa Thiago Mendonça ressaltou que o grande desafio foi exatamente conseguir um distanciamento para fazer seu Renato mais livre da ideia do ídolo. “Eu tinha que evitar o endeusamento e precisei encará-lo como o filho de Dona Carminha. O Juninho. Aquele cara agitado, daquela turma de amigos na Brasília dos anos 1970”, recorda. 

Mendonça, que nasceu em 1980, era criança quando o Legião Urbana estourou nas rádios. Foi atrás, então, de muito material de arquivo para pesquisar. Lembrou ainda de ver outros filmes que retratam ídolos do rock - “The Doors”, “Control” (sobre Ian Curtis, do Joy Division) e “Cazuza: O Tempo não Pára”. Mas o grande laboratório foi mesmo o contato com a família do cantor, assim como o livro “Renato Russo: O Filho da Revolução” (Editora Agir), de Carlos Marcelo. 

A atriz Laila Zaid - que vive Aninha, uma personagem fictícia, sintetizando as amigas de Renato e que o teria inspirado para a música “Ainda é cedo” - lembra por exemplo de um momento que traduz bem a interação da equipe com a família do artista. “No início, quando o Thiago ia fazer a sequência em que o Renato mancava na adolescência, ele não sabia qual era a perna manca. Perguntou a Dona Carminha, que também não lembrava. Aí ela disse ao Thiago: Senta no meu colo. O Thiago sentou e aí, revivendo a situação, ela conseguiu lembrar. Era esse o nível de emoção no set”, disse. 

Umas das composições mais de­licadas foi feita por Bianca Comparato (filha do roteirista Doc Comparato), como Carmen Teresa, irmã mais nova de Renato Russo. “Tive cerca de dois anos de conversas com Car­men, que hoje tem pouco mais que 40 anos. Eu a observa­va muito, principalmente no seu humor, e tinha de pensar co­mo ela seria na adolescência”. O cineasta brasiliense Bru­no Torre - que vive o baterista Fê Lemos, da banda Aborto Elétrico - conversou apenas por fo­ne com o verdadeiro personagem, mas reforça a importância do livro de Carlos Marcelo no seu trabalho. “Os depoimentos que ele colheu para o livro e­ram ótimos norteadores para enten­dermos o espírito da é­po­ca”. 

Fonte: Folha de PE

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quinta-feira, 14 de março de 2013

Irã quer processar Hollywood por conta de filmes como "Argo"



O Irã pretende processar Hollywood pela produção de filmes como "Argo", o ganhador do Oscar deste ano, que segundo as autoridades de Teerã promovem sentimentos contra a República Islâmica, informou nesta quarta-feira o jornal governamental em inglês "Tehran Times".

Por enquanto, o Governo de Teerã não precisou perante que tribunais poderia interpor o processo contra a indústria americana do cinema de Hollywood, mas entrou em contato com a advogada francesa Isabelle Coutant-Peyre para estudar uma fórmula.

Em uma conferência intitulada "A fraude de Hollywood", organizada nestes dias em Teerã pelo Ministério de Cultura e Orientação Islâmica, Coutant-Peyre afirmou que apoiará a causa iraniana. "Eu representarei o Irã contra filmes como "Argo", produzidos por Hollywood para criar uma má imagem do Irã", segundo reproduz nesta quarta-feira o "Tehran Times".

"Estarei junto com o povo iraniano para informar ao mundo sobre a difusão de propaganda contra o Irã", disse a advogada na reunião, na qual o Governo de Teerã pretende "denunciar a iranofobia".

Além disso, Coutant-Peyre afirmou que o filme é distribuído na França por uma companhia "dirigida por um cidadão israelense cuja mãe é a líder do "lobby" sionista na Alemanha".

Coutant-Peyre é conhecida como advogada defensora do terrorista venezuelano Ilich Rodríguez Sánchez, apelidado de "Carlos, o Chacal", condenado na França em 1997 à prisão perpétua por vários atentados, com pelo menos 11 mortos, nos anos 80, após ter sido detido no Sudão e extraditado em 1994.

Após a entrega no mês passado do Oscar de melhor filme a "Argo", de Ben Affleck, o Governo iraniano disparou contra o filme, e o ministro da Cultura, Mohamad Hosseini, disse que o longa "carece de valor artístico" e é "anti-iraniano".

Hosseini acrescentou que "não esperávamos que os inimigos do Irã fizessem nada de bom" e considerou que "Argo", um drama político sobre o resgate de seis funcionários da Embaixada dos EUA em Teerã em 1980, obteve o Oscar graças a "um grande investimento e muita propaganda para atrair a atenção internacional".

O ministro afirmou, além disso, que a República Islâmica produzirá filmes que "respondam" ao que denominou "atuação de Hollywood contra o Irã".

O fato de que Michelle Obama, a esposa do presidente de EUA, fora a encarregada, através de um vídeo, de abrir o envelope e anunciar a "Argo" como ganhador na gala dos prêmios Oscar, foi também visto como um sinal de "politização" dos prêmios.

Embora "Argo" esteja proibido no Irã, não é difícil conseguir cópias piratas em DVD distribuídas por vendedores de rua. 

Fonte: Exame


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sábado, 10 de novembro de 2012

Som do Pato Fu entre brinquedos e bonecos


Há quase dois anos reinventando a forma de como lidar com a música, mesmo com toda a experiência de mais de 15 anos de uma carreira imersa no plano mais experimental da nossa música popular contemporânea, o Pato Fu volta ao Recife, hoje, com o show “Música de Brinquedo”. O espetáculo, parte integrante da programação do festival Sesi Bonecos do Mundo, apresenta a interação da banda com instrumentos de brinquedos (e apenas eles) para recriar sucessos populares e hits da sua carreira. A apresentação acontece às 20h30, gratuitamente, no Parque 13de Maio. 

Lançado em agosto de 2010, “Música de Brinquedo” investiga um sonoridade infantil, ain­da que seu repertório não seja necessariamente voltado para esse público, a fim de extrair dos brinquedos sotaques completos e funcionais para sustentar novos arranjos. Canções como “Live an Let Die” (Paul McCartney), “Ovelha Ne­gra (Ri­ta Lee), “Love Me Tender” (Elvis Presley) e “Todos Estão Surdos” (Erasmo e Roberto Carlos) es­tão presentes no projeto, o primeiro exemplar da música inde­pendente brasileira a conquis­tar Disco de Ouro, com vendagem superior a 40 mil unidades. 

Mas nem só de brinquedos o espetáculo é feito: a participação do grupo mineiro de teatro de bonecos Giramundo é parte essencial do show. Dois carismáticos monstrinhos, manipulados pela companhia, interagem com a banda e são um elemento a mais para prender a atenção das crianças, além de fazer às vezes do coro infantil presente no CD. O show conta ainda com sucessos da carreira do grupo, transportados para o universo lúdico do projeto, co­mo “Eu”, “Simplicidade”, “Perdendo os Dentes” e “Sobre o Tempo”. 

Serviço
Show “Música de Brinquedo”, do Pato Fu
Hoje, às 20h30
Parque 13 de Maio
Acesso gratuito

Fonte: Folha de PE

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sexta-feira, 9 de novembro de 2012

Harrison Ford é cotado para 'Guerra nas Estrelas 7'



O ator Harrison Ford pode retomar seu papel como Han Solo em Guerra nas Estrelas 7, que deve estrear em 2015. A nova produção da saga foi anunciada depois da Disney ter comprado o estúdio Lucasfilm, do diretor George Lucas. A empresa afirma que deve lançar novos filmesda franquia a cada dois ou três anos.

O ator de 70 anos, que já interpretou o personagem em três filmes da saga, não descartou retomar o papel, segundo a revista Entertainment Weekly. "Harrison Ford está animado com a ideia", disse uma fonte próxima ao ator. 

Ford ficou famoso com o primeiro filme da famosa saga de ficção científica, em 1977, e voltou a interpretar o personagem no segundo e no terceiro capítulos da trilogia inicial.

Contudo, não fez parte da segunda trilogia, realizada entre 1999 e 2005 e se mostrou desdenhoso de seu personagem, chegando inclusive a declarar à rede ABC: "Como personagem, não foi tão interessante para mim".

"Não sei se o entendo muito bem", afirmou sobre o fenômeno de Guerra das Estrelas, acrescentando: "Não estou certo se ainda o entendo. Fiquei muito feliz de participar, de participar do conjunto".

A Entertainment Weekly afirma que Ford, cujos sucessos na telona incluíram os filmes de Indiana Jones, não se comprometerá com a nova sequência do filme até que sejam confirmados o diretor e o roteiro. O representante do ator não respondeu aos pedidos de entrevista.

A Walt Disney anunciou na semana passada que havia comprado a empresa do diretor deGuerra nas Estrelas, George Lucas, por 4 bilhões de dólares.

Fonte: Veja

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sexta-feira, 2 de novembro de 2012

Star Wars VII terá Luke Skywalker com 40 anos de idade?



Originalmente, George Lucas imaginava Star Wars como uma saga em 12 filmes. Ao fim da hexalogia, esse plano parecia abandonado, mas pode ser resgatado agora que aDisney anunciou a produção de Star Wars VII. Ao The Wrap, o biógrafo não-autorizado de Lucas, Dale Pollock,autor de Skywalking: The Life And Films Of George Lucas, diz que chegou a ler a premissa dessas 12 histórias.

Embora tenha assinado um acordo de confidencialidade antes de o livro sair em 1999, Pollock comenta que osEpisódios 7, 8 e 9 - segundo os planos iniciais de Lucas - teriam sido os mais empolgantes da saga, em sua opinião. O sétimo filme, especificamente, se ambientaria 20 anos depois de O Retorno de Jedi e teria Luke Skywalker com 30 e tantos ou 40 anos de idade.

Pollock não entra em mais detalhes, mas diz que os novos roteiristas seguirão "absolutamente"essas linhas gerais estipuladas por Lucas - uma informação que, no momento, parece mais uma especulação. Como George Lucas não tem mais controle sobre a saga e permanecerá apenas como consultor criativo, os futuros responsáveis não têm, em teoria, obrigação nenhuma de seguir esse plano original de 12 filmes. (Não custa calcular: Mark Hamill, o intérprete de Luke Skywalker, tem hoje 61 anos.)

Vamos acompanhando... Enquanto isso, um porta-voz da Lucasfilm comentou ao Hollywood Reporter que Lucas gastará boa parte dos US$ 4,05 bilhões pagos pela Disney - como Lucas era dono de 100% da Lucasfilm ele ficou com todo o dinheiro - em filantropia e educação. Não está claro ainda quais instituições receberão as doações. Atualmente, Lucas é presidente do conselho da Edutopia, parte da George Lucas Educational Foundation.

Foi por meio da George Lucas Educational Foundation que o realizador doou US$ 175 milhões à USC - a universidade californiana onde ele estudou cinema - em 2006. Entre outras organizações, Lucas fez doações à Film Foundation, à Stand Up To Cancer e à Make-A-Wish Foundation.

Ainda não há diretor ou roteirista definidos para Star Wars VII. O filme tem estreia prevista para 2015 e outros episódios da saga devem sair a cada dois ou três anos.

Fonte: Omelete

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terça-feira, 16 de outubro de 2012

8 filmes com brinquedos que causaram polêmica

1. I am Suzanne! (idem, 1933)




Para causar polêmica e semear a discórdia, não é preciso que os bonecos usem drogas ou tentem assassinar seus donos. Prova disso é o filme de 1933, dirigido por Robert V. Lee. O longa conta a história do titereiro Tony, que se apaixona pela dançarina Suzanne. Depois de uma série de reviravoltas em um enredo com muito melodrama, são as marionetes de Tony que se tornam um obstáculo entre o casal. A coisa fica séria quando o jovem, muito tímido, confessa seu amor a uma boneca que criou tomando Suzanne inspiração. Só que a mocinha não entende muito bem e tem um surto de ciúmes (é, da boneca). É então que ~spoiler~ esbraveja “Eu sou Suzanne!”, logo antes de atirar na indesejada marionete. A cena surreal pode ser vista aqui.


2. Brinquedo Assassino (Child’s play, 1988)




O título em inglês do filme lançado em 1988 não enganava ninguém: Chuck não é brincadeira de criança. O longa conta a história de um serial killer que é assassinado em uma loja de brinquedos e, por meio de um ritual macabro, transfere seu espírito para o corpo de um bonequinho. Depois que Brinquedo Assassino foi lançado nos cinema, uma multidão organizou um protesto na porta da MGM. Os manifestantes alegavam que o filme incitava a violência em crianças e exigiam que ele fosse banido. Mas não adiantou. Chuck continuou em cartaz. A história rendeu quatro sequências, que aumentaram a família de brinquedos assassinos (em 1998 ele ganhou uma noiva e, em 2004, nasceu seu primeiro filho). Agora, resta uma nova polêmica: em que momento a série perdeu o status de cult trash e passou a apenas a ser apenas ruim?



3. A Boneca Assassina (Dolly dearest, 1991)





Se Chuck já não fosse comprometivo, Dolly seria um partidão. Embora os dois brinquedos nunca tenham sido formalmente apresentados, têm muito em comum: no longa de 1991, a boneca-título também é possuída por um espírito do mal e passa a exercer uma influência macabra na garota que a leva para casa, aterrorizando toda a família – e, por tabela, as criancinhas que assistiam ao filme sem ter noção da trama macabra. O longa é só mais um da inacreditavelmente grande lista de filmes com bonecos do mal, uma onda que teve particular força nos anos 1980 e 1990. Nas nossas contas, são pelo menos 30 produções com essa temática lançados no período.

Bônus: Dentro desse “subgênero”, vale lembrar dos filmes Bonecas Macabras (Dolls, 1987 – foto da direita), que conta não com um brinquedo do mal, mas uma coleção inteira de itens mal-assombrados; e Bonecos da Morte (Puppetmaster, 1989), que dava novos contornos aos aparentemente inofensivos (mas sempre ligeiramente assustadores) bonecos de ventríloquos.

4. Feebles, os terríveis (Meet the feebles, 1989)







A hipopótamo Heide, na foto acima, lhe parece familiar? É bem provável que sim. Isso porque ela e os demais personagens do filme lançado em 1989 são uma sátira dos fantoches mais famosos da TV e do cinema: os Muppets. No longa, não há resquícios da ingenuidade e do otimismo inocentes dos personagens originais – os bonecos politicamente incorretos se esbaldam em humor negro, intrigas, sexo e drogas. Apesar de nunca ter sido lançado oficialmente no Brasil, Feebles tem uma aura cult graças ao seu criador: trata-se do segundo filme com roteiro e direção assinados por Peter Jackson, cineasta que transportou a Terra Média para a telona com a trilogia O Senhor dos Anéis e, em dezembro deste ano, volta ao universo criado por J.R.R.Tolkien com a adaptação cinematográfica de O Hobbit.


5. Pequenos guerreiros (Small Soldiers, 1998)




Se você nasceu nos anos 1990, certamente já pegou uns trechos de Pequenos guerreiros nas tardes de TV. Mal sabia você que, enquanto assistia inocentemente às batalhas entre os bonecos do Comando de Elite e os Gorgonóides (brinquedos que ganham vida graças aos avanços tecnológicos de uma empresa que desenvolve armas para o Departamento de Defesa dos Estados Unidos), uma porção de adultos questionava a violência e a temática adulta do longa. Acontece que, quando foi lançado, todo o marketing foi direcionado aos pequenos, o que foi considerado um erro. Afinal, os bonecos se enfrentam numa guerra bem violenta. Talvez seja legal você rever o filme (nem que seja para se lembrar de como Kirsten Dunst era adorável naquela época).



6. A garota ideal (Lars and the real girl, 2007)





Lars é um cara tímido que vive uma vida reclusa e evita o contato humano. Preocupado com a solidão de seu irmão mais novo, Gus recomenda que Lars visite o RealDoll.com, um site que vende bonecas infláveis anatomicamente corretas e em tamanho real. O jovem com pouca tecnologia social vê na sugestão a oportunidade de conseguir não um brinquedo sexual, mas sim uma parceira de vida. Pã. Bianca chega pelo correio e Lars passa a tratar sua nova namorada inflável com grande respeito. Enquanto passeia com ela pela cidade, causa polêmica na vizinhança, que não sabe bem como lidar a situação (por que será?). A premissa tinha potencial para o erro mas, sem caçoar de seu protagonista, o longa foi bem recebido pela crítica e rendeu a Ryan Gosling, o ator responsável por viver Lars com delicadeza e sinceridade, indicações ao Globo de Ouro e SAG na categoria de Melhor Ator. Pã duplo.

7. Um Novo Despertar (The Beaver, 2011)








A elogiada atuação de Mel Gibson em Um novo despertar, longa dirigido e co-estrelado por Jodie Foster, não eliminou totalmente o estranhamento causado por sua história um tanto inusitada. No filme, Gibson vive Walter Black, um homem deprimido que chega ao fundo do poço quando é expulso de casa pela esposa. Pensando em acabar com tudo, ele conhece O Castor, um fantoche de mão que lhe ajuda a lidar com seus problemas e a se comunicar com a sua família. Apesar de apresentar uma abordagem diferenciada a temas pesados como a depressão e a esquizofrenia, o longa dividiu opiniões – no Rotten Tomatoes a premissa ganhou avaliações que vão a extremos opostos, do genial ao leviano.


8. Ted (idem, 2012)






John, um garoto tímido e solitário, recebe de presente um grande e fofinho urso de pelúcia e deseja que ele ganhe vida. Para sua surpresa, descobre que seu pedido foi atendido: o urso Teddy agora pode falar e o pequeno John ganha um melhor amigo. Filme perfeito para assistir em companhia de seu filho de 11 anos, certo? O deputado Protógenes Queiroz certamente pensou que sim e ficou extremamente chocado ao descobrir que Ted, filme do criador deFamily Guy (Uma família da pesada no Brasil), Seth MacFarlane, acompanha as aventuras de um ursinho bem crescido, que adora falar palavrões, usar drogas e fazer sexo. O susto de Protógenes – que parece ter ignorado a classificação indicativa de 16 anos – causou polêmica bem maior do que o humor politicamente incorreto do personagem criado por MacFarlane: o deputado solicitou que a classificação indicativa do filme fosse alterada para 18 anos.

“O filme ‘TED’ não está apropriado para nenhuma faixa etária. Incentivar o consumo de drogas é crime, usando ainda ícones infantis”, declarou em seu Twitter. O Ministério da Justiça não deu muita bola para o caso, no entanto, e indeferiu o pedido do deputado, deixando o adorável e pervertido ursinho livre para causar discórdia entre o agora (legalmente) adulto John, vivido por Mark Wahlberg, e sua namorada Lori, interpretada pela atriz Mila Kunis.

Fonte: Super Interessante

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sábado, 13 de outubro de 2012

Filme de diretor pernambucano é o vencedor do Festival do Rio




O filme O Som ao Redor, do diretor pernambucano Kleber Mendonça Filho, foi o ganhador do Troféu Redentor de melhor longa-metragem de ficção da Première Brasil, a mais importante mostra do Festival do Rio. A premiação foi anunciada na noite do dia 11, na cerimônia de encerramento do festival.

Contemplado também com o Redentor de melhor roteiro, O Som ao Redor traça uma crônica do dia a dia de uma rua de classe média na zona sul do Recife, a partir da chegada de uma milícia ao bairro.

O maior número de troféus foi para o filme Disparos, de Juliana Reis, que recebeu os prêmios de melhor montagem, melhor fotografia e melhor ator coadjuvante, Caco Ciocler.

O cineasta Eryk Rocha, filho de Glauber Rocha, ganhou o troféu de melhor direção pelo filme Jards, documentário sobre o cantor e compositor Jards Macalé.

Os vencedores de melhor ator e melhor atriz foram Otávio Müller e Leandra Leal, por suas atuações em O Gorila e Éden, respectivamente. O prêmio de melhor atriz coadjuvante foi entregue a Alessandra Negrini pelo trabalho em O Gorila.

Hélio Oiticica, de César Oiticica Filho, foi o ganhador da categoria documentário de longa-metragem. Com farto material de arquivo, incluindo filmes realizados pelo próprio Hélio Oiticica, o filme refaz a trajetória de um dos mais importantes artistas plásticos brasileiros. Canção para minha irmã, de Pedro Severien, foi o melhor curta-metragem.

O júri popular – votos dados pelo público nas sessões em que os filmes foram exibidos – escolheu A Busca, de Luciano Moura, na categoria melhor longa-metragem de ficção, Dossiê Jango, de Paulo Henrique Fontenelle, na categoria melhor longa documentário e Zéfiro Explícito, melhor curta-metragem.

Com número recorde de filmes exibidos em uma única edição, o Festival do Rio encerrou nesta quinta-feira (11) uma maratona de 15 dias, mostrando a produção recente do cinema brasileiro e mundial.

Muitos filmes exibidos ainda não têm previsão de estreia nas telas dos cinemas, em circuito comercial. Na edição 2012, cerca de 8% dos filmes exibidos pela primeira vez durante o Festival do Rio.

Criado em 1999 e considerado hoje o maior evento audiovisual da América Latina, o Festival do Rio levou aos mais de 30 pontos de exibição cerca de 280 mil pessoas.

Este ano, além das salas comerciais e centros culturais, o público conferiu a volta do Cinema na Praia e sessões populares a céu aberto, em comunidades pacificadas da cidade, como Complexo do Alemão, Cidade de Deus e Vila Cruzeiro.

Fonte: Agência Brasil

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terça-feira, 7 de agosto de 2012

O Hobbit : Uma Jornada Inesperada




Na história de O Hobbit, trilogia que adapta a obra de J.R.R. Tolkien, o mago Gandalf (Ian McKellen) e os 13 anões que formam sua companhia contratam Bilbo Bolseiro (Martin Freeman) para uma jornada até a Montanha Solitária, onde tentarão recuperar os pertences dos anões que foram roubados pelo dragão Smaug (voz de Benedict Cumberbatch). É nessa aventura que Bilbo encontra o Um Anel que desencadeia a trilogia O Senhor dos Anéis.

Peter Jackson dirige a trilogia O Hobbit a partir do roteiro que ele escreveu com Fran Walsh, Philippa Boyens e Guillermo del Toro.

O Hobbit - Uma Jornada Inesperada (The Hobbit - An Unexpected Journey) estreia em 14 de dezembro de 2012. A segunda parte tem estreia marcada para 13 de dezembro de 2013 e o capítulo final da trilogia deve chegar aos cinemas na segunda metade de 2014.
Elenco - O Hobbit


James Nesbitt (Bofur), Adam Brown (Ori), Richard Armitage (Thorin Escudo-de-Carvalho),Aidan Turner (Kili), Dean O'Gorman (Fili), Graham McTavish (Dwalin), John Callen (Oin),Stephen Hunter (Bombur), Mark Hadlow (Dori), Peter Hambleton (Gloin), Ken Stott (Balin),Jed Brophy (Nori) e William Kircher (Bifur) vivem os anões da companhia. Jeffrey Thomas eMike Mizrahi fazem os reis anões Thror e Thrain.

Cate Blanchett (Galadriel), Hugo Weaving (Elrond), Elijah Wood (Frodo), Orlando Bloom(Legolas), Andy Serkis (Sméagol), Mikael Persbrandt (o transmorfo Beorn), Sylvester McCoy(o feiticeiro Radagast, o Castanho), Lee Pace (o elfo Thranduil, rei da Floresta das Trevas e pai de Legolas), Bret McKenzie (o elfo Lindir), Stephen Fry (o prefeito de Esgaroth), Evangeline Lilly (elfa Tauriel), Barry Humphries (rei dos orcs), Luke Evans (o arqueiro Bard), Benedict Cumberbatch (Smaug), Ryan Gage e Conan Stevens também estão no elenco, ao lado deMartin Freeman (Bilbo Bolseiro), Ian McKellen (Gandalf) e Benedict Cumberbatch (Smaug).

Fonte: Omelete

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quarta-feira, 1 de agosto de 2012

Um Corpo que Cai, de Hitchcock, é eleito o melhor filme de todos os tempos


A revista BFI's Sight e Sound (do British Film Institute) colocou o drama psicológico Um corpo que cai(Vertigo, no original), de Hitchcock, no topo da pesquisa que escolhe o melhor filme de todos os tempos uma vez a cada década, desde 1962.


O resultado acaba com a hegemonia de Cidadão Kane (1941), há 50 anos campeão indiscutível da disputa.

A pesquisa de 2012 foi bateu recorde de participação: contou com 846 especialistas em filmes, entre acadêmicos, críticos, distribuidores e escritores de todos os cantos do mundo. Eles citaram em 2045 filmes.

Lançado em 1958, Vertigo tem trajetória interessante na pesquisa. Apareceu na lista em sétimo lugar em 1982, dois anos depois da morte do diretor. Largamente ignorado pelos críticos em boa parte de sua carreira, seu crescimento na enquete ao longo dos anos mostra como a reputação de Hitchcock aumentou neste tempo.

O filme, com James Stewart e Kim Novac, "derrubou" Cidadão Kane por 34 votos na pesquisa de 2012. Dez anos atrás ele chegou perto, cinco votos atrás do clássico de Welles. Que venha 2022.

Fonte: Diário de PE

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quarta-feira, 11 de julho de 2012

"O Espetacular Homem-Aranha" estreia em primeiro lugar no Brasil



Não deu outra. Líder nos Estados Unidos e no mercado internacional, "O Espetacular Homem-Aranha" também ficou em primeiro lugar nas bilheterias brasileiras. Em seu primeiro final de semana, o reinício da franquia do herói teve a quarta maior abertura do ano, com renda de R$ 13,2 milhões e 986 mil espectadores. Como o filme teve sessões de pré-estreia desde terça-feira, o público já ultrapassa 1 milhão de pessoas.

A segunda posição ficou o líder da semana passada, "A Era do Gelo 4". A animação, um fenômeno no país, apresentou queda de apenas 14% em sua segunda semana em cartaz, teve média de mais de mil espectadores por sala e já foi visto por 3,05 milhões de pessoas.

"E Aí... Comeu?", com 158 mil pessoas, completa o pódio comemorando público de 1,11 milhão de espectadores – é o primeiro filme brasileiro do ano a ultrapassar a marca de um milhão, confirmando a predileção do público por comédias nacionais. Até agora, o longa protagonizado por Bruno Mazzeo e Marcos Palmeira faturou R$ 11,3 milhões.

"Madagascar 3" (80,7 mil) e "Para Roma, Com Amor" (80,2 mil) aparecem na quarta e quinta posição, respectivamente. Em circuito bem menor do que as produções, o novo trabalho de Woody Allen segue apresentando uma boa média de público por sala – neste final de semana, só perdeu para "Homem-Aranha" e "A Era do Gelo".

Fonte:Último Segundo

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terça-feira, 10 de julho de 2012

Homem Aranha: Triologia Original

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quinta-feira, 5 de julho de 2012

Fátima está na gangorra e “era uma vez” TV Globinho










Ninguém podia imaginar que o tão incensado programa de Fátima Bernardes – maturado em mais de seis meses, como ela enfatizou na estreia, dia 25 de junho; e alvo fácil de anunciantes – viesse tão errático.

A audiência aquém é a prova de que o sucesso de uma atração não se forma somente com o carisma e a credibilidade de quem apresenta. Segundo o Ibope, “Encontro com Fátima” marcou 7,9 pontos nesta quarta (4), na Grande SP, onde é feita a medição, liderando no horário. Um dia antes, na terça (3), o programa estava na outra ponta: ocupou o terceiro lugar – perdendo para o SBT e a Record – com míseros 4 pontos.

E os pedidos gaiatos – e tão sinceros quanto – de quem pede a volta da TV Globinho às manhãs da Globo nem para a gangorra vão. O plano de alocar o programa infantil nas manhãs dos sábados foi suspenso. No último sábado, dia 30 de junho, foram exibidos alguns desenhos aleatórios, no “Festival de Desenhos” – menos investimento, em outras palavras.

A Globo, então, canaliza a demanda de audiência por programação infantil para o Gloob, canal por assinatura, estreado pela Globosat dia 15 de junho. Em termos de mercado, é o mais rentável, já que a regulamentação para publicidade durante a grade infantil de uma emissora é rígida, bastante restritiva. Logo, menos lucrativa.

Fonte: Blog Foco

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