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segunda-feira, 18 de agosto de 2014

A síndrome do 'sempre ligado' que aflige usuários de smartphones


Você está de férias, mas checa os e-mails do trabalho assim que acorda. E fica preocupado se o hotel não tiver um bom wi-fi ou se seu celular ficar sem sinal. Esses são típicos indícios de que você pode sofrer do estresse conhecido como "sempre ligado", que afeta pessoas que não conseguem largar de seus smartphones.

Para alguns, os aparelhos os liberaram de uma rotina rígida no escritório. As horas de trabalho ficaram mais flexíveis, dando mais autonomia ao funcionário. Para outros, no entanto, os smartphones se transformaram em verdadeiros tiranos dentro do bolso, impedindo que seus usuários se desconectem do trabalho.

E essa dependência torna-se cada vez mais preocupante, segundo observadores.

O americano Kevin Holesh estava tão preocupado com o fato de ignorar cada vez mais parentes e amigos por conta de seu iPhone que criou um aplicativo - Moment - para monitorar seu próprio uso.

O aplicativo lhe permite contar a quantidade de tempo gasta no smartphone e adverte se esse uso ultrapassar limites que Holesh se autoimpôs.

"O objetivo é promover o equilíbrio na vida", diz seu site. "(Passar) um tempo no telefone e um tempo sem ele, aproveitando sua família e seus amigos."

DESLIGAR - E alguns empregadores estão percebendo que não é muito fácil manter esse equilíbrio entre vida pessoal e profissional. Alguns precisam de ajuda externa.

A montadora alemã Daimler, por exemplo, recentemente passou a oferecer um "apagador" automático de e-mails para funcionários em férias, reconhecendo que muitos têm dificuldade em se desligar do trabalho.

"Os impactos negativos dessa cultura do 'sempre ligado' são que a sua mente nunca descansa, você não dá ao seu corpo o tempo para se recuperar e fica sempre estressado", disse à BBC a psicóloga ocupacional Christine Grant, do centro de pesquisas em psicologia e comportamento da Universidade Coventry (Grã-Bretanha).

"E, quanto mais cansaço e estresse, mais erros cometemos. A saúde mental e física pode sofrer."

O fato de podermos estar conectados ao trabalho em qualquer lugar do mundo está fomentando inseguranças, prossegue Grant.

"Há uma enorme ansiedade quanto a delegar", diz. "Na minha pesquisa, encontrei diversas pessoas exaustas porque viajavam conectadas o tempo todo, independentemente do fuso horário em que estivessem."

As mulheres causam preocupação em especial: muitas passam o dia trabalhando, voltam para casa para cuidar dos filhos e ainda fazem uma jornada extra no computador antes de dormir.

"Essa jornada tripla pode ter um grande impacto na saúde", opina Grant.

ADOECENDO - O presidente da Sociedade Britânica de Medicina Ocupacional, Alastair Emslie, concorda, alegando que centenas de milhares de britânicos relatam anualmente sofrer de estresse no trabalho - a ponto de adoecerem.

"As mudanças tecnológicas contribuem para isso, sobretudo se fizerem os funcionários se sentirem incapazes de lidar com as crescentes demandas ou perderem o controle sobre sua carga de trabalho."

Dados indicam que os britânicos passam até 11 horas diárias consumindo mídias; e o Brasil tem um dos maiores índices globais de uso diário de smartphones (cerca de uma hora e meia).

E, com o crescimento no número de smartphones, cresce também a quantidade de dados à nossa disposição - o que pode levar a uma espécie de paralisia, argumenta Michael Rendell, que trabalha com a consultoria PwC.

"Isso cria mais estresse no ambiente de trabalho porque as pessoas estão tendo de englobar uma quantidade maior de informações e meios de comunicação, e é difícil gerenciar tudo. Torna-se mais difícil tomar decisões, e muitos perdem produtividade por estarem sobrecarregados e sentirem que nunca escapam do trabalho."

"Achamos que ficar checando e-mails é trabalhar, mas muitas vezes não é algo produtivo", argumenta o advogado britânico Tim Forer.

Ele explica que a checagem constante de e-mails fora do escritório pode, em alguns casos, desrespeitar legislações trabalhistas. "Isso coloca em risco o dever da empresa em zelar por seus empregados", diz.

DISPONÍVEIS - Uma pesquisa da empresa de TI SolarWinds diz que mais da metade dos trabalhadores entrevistados sente que é esperado que eles trabalhem mais rápido e cumpram prazos menores por estarem mais conectados. Quase a metade deles acha que seus empregadores esperam que eles estejam disponíveis a qualquer hora ou lugar.

Claro que nem tudo é negativo. Chris Kozup, diretor da empresa de telecom Aruba Networks, diz que um estudo conduzido pela própria empresa "mostra que essa ideia de estar 'sempre ligado' está, na verdade, ajudando os trabalhadores a gerenciarem o equilíbrio entre trabalho e vida pessoal".

A chave é fazer com que essa flexibilidade aja em seu favor e ser disciplinado quanto ao uso de smartphones.

Ou seja, se você vai sair de férias, lembre-se de ativar os alertas que avisarão que você estará "fora do escritório", de desligar seu telefone e mantê-lo longe do alcance quando for dormir. E o conselho de Christine Grant é: lembre-se de que "raramente você é o único capaz de resolver um problema" no escritório.


Fonte: NE10

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domingo, 4 de maio de 2014

Supercarregador da Tesla garante energia grátis para sempre



A Tesla está em clima de festa nesta semana, com a instalação de seu centésimo supercarregador para carros elétricos, em Hamilton, Nova Jersey. Ao todo, existem 86 pontos nos Estados Unidos e outros 14 na Europa.

O Supercharger, como é chamada a estação de recarga rápida, é capaz de fornecer até 50% da capacidade da bateria de um Model S em 20 minutos (tempo 16 vezes mais rápido do que a maioria das estações de recarga públicas).

Detalhe: recargas de até 20 minutos no supercarregador são gratuitas.

Na prática, o afortunado que tiver um Model S já consegue atravessar os EUA, de leste a oeste, e de norte a sul pela costa, sem pagar nada pela eletricidade consumida.

Quando quiser recarregar, é só parar em uma das estações da Tesla, que ficam próximas a restaurantes, postos e lojas de conveniência de estrada, e tomar um café, enquanto aguarda a recarga rápida do seu carango ecológico.

Fonte: Exame

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quinta-feira, 13 de março de 2014

"The Big Bang Theory" é renovada até a 10ª temporada



O canal CBS renovou “The Big Bang Theory” para mais três temporadas, garantindo que asérie se estenda por dez anos, revelou o site da Variety.

De acordo com o Hollywood Reporter, os intérpretes de Leonard (Johnny Galecki), Penny (Kaley Cuoco) e Sheldon (Jim Parsons) estariam negociando um salário de um milhão de dólares por episódio para as próximas temporadas.

O programa é uma das maiores audiência do horário nobre dos EUA e atingiu seu maior número durante a sétima temporada, chegando a 19,8 milhões de espectadores.

"Essa negociação de múltiplos anos garante que a emissora permaneça na posição que está pelas próximas temporadas. Temos muito orgulho do trabalho de Chuck Lorre, Steve Molaro e do incrível elenco semanalmente", disse a CEO da emissora, Nina Tassler, em comunicado oficial.

“The Big Bang Theory” atualmente exibe sua sétima temporada nos Estados Unidos às quintas-feiras. No Brasil, a série é exibida pelo canal pago Warner e na TV aberta pelo SBT (como “Big Bang: A Teoria”).

Fonte: Exame

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quinta-feira, 16 de janeiro de 2014

Oscar 2014: Gravidade e Trapaça são os filmes com maior número de indicações



Trapaça e Gravidade, cada um disputando em 10 categorias. Estes são os filmes com maior número de indicações no Oscar 2014, que selecionou apenas nove candidatos para a categoria principal da premiação, de melhor filme.

Curiosamente, os dois filmes foram os preferidos pelos leitores do AdoroCinema na enquete da semana passada, quando perguntamos qual seria o filme com maior número de indicações no Oscar 2014. Gravidade venceu com 29,67% dos votos, enquanto que Trapaça veio em segundo lugar, com 15,25%.

Confira logo abaixo a relação completa dos indicados à premiação máxima do cinema mundial. A cerimônia do Oscar 2014 contecerá em 2 de março, em pleno domingo de Carnaval, com Ellen DeGeneres como apresentadora e transmissão ao vivo pela TV por assinatura pelo canal TNT.

MELHOR FILME

Trapaça
12 Anos de Escravidão
Gravidade
O Lobo de Wall Street
Clube de Compras Dallas
Ela
Capitão Phillips
Nebraska
Philomena

MELHOR DIRETOR

Steve McQueen (12 Anos de Escravidão)
David O. Russell (Trapaça)
Martin Scorsese (O Lobo de Wall Street)
Alfonso Cuarón (Gravidade)
Alexander Payne (Nebraska)

MELHOR ATOR

Chiwetel Ejiofor (12 Anos de Escravidão)
Matthew McConaughey (Clube de Compras Dallas)
Bruce Dern (Nebraska)
Christian Bale (Trapaça)
Leonardo DiCaprio (O Lobo de Wall Street)

MELHOR ATRIZ

Amy Adams (Trapaça)
Sandra Bullock (Gravidade)
Cate Blanchett (Blue Jasmine)
Judi Dench (Philomena)
Meryl Streep (Álbum de Família)

MELHOR ATOR COADJUVANTE

Michael Fassbender (12 Anos de Escravidão)
Bradley Cooper (Trapaça)
Barkhad Abdi (Capitão Phillips)
Jared Leto (Clube de Compras Dallas)
Jonah Hill (O Lobo de Wall Street)

MELHOR ATRIZ COADJUVANTE

Lupita Nyong'o (12 Anos de Escravidão)
Jennifer Lawrence (Trapaça)
Julia Roberts (Álbum de Família)
June Squibb (Nebraska)
Sally Hawkins (Blue Jasmine)

MELHOR FILME DE ANIMAÇÃO

Os Croods
Ernest e Célestine
Frozen - Uma Aventura Congelante
Vidas ao Vento
Meu Malvado Favorito 2

MELHOR FILME ESTRANGEIRO

Alabama Monroe (Bélgica)
A Grande Beleza (Itália)
A Caça (Dinamarca)
Omar (Palestina)
A Imagem que Falta (Camboja)

MELHOR DOCUMENTÁRIO

A um Passo do Estrelato
O Ato de Matar
A Praça Tahrir
Cutie and the Boxer
Guerras Sujas

MELHOR ROTEIRO ORIGINAL

Woody Allen (Blue Jasmine)
Spike Jonze (Ela)
Bob Nelson (Nebraska)
Eric Singer e David O. Russell (Trapaça)
Craig Borten e Melisa Wallack (Clube de Compras Dallas)

MELHOR ROTEIRO ADAPTADO

John Ridley (12 Anos de Escravidão)
Julie Delpy, Ethan Hawke e Richard Linklater (Antes da Meia-noite)
Billy Ray (Capitão Phillips)
Terence Winter (O Lobo de Wall Street)
Steve Coogan e Jeff Pope (Philomena)

MELHOR FOTOGRAFIA

Philippe Le Sourd (O Grande Mestre)
Emmanuel Lubezki (Gravidade)
Bruno Delbonnel (Inside Llewyn Davis - Balada de um Homem Comum)
Phedon Papamichael (Nebraska)
Roger Deakins (Os Suspeitos)

MELHOR TRILHA SONORA

Alexandre Desplat (Philomena)
William Butler e Owen Pallett(Ela)
John Williams (A Menina que Roubava Livros)
Steven Price (Gravidade)
Thomas Newman (Walt nos Bastidores de Mary Poppins)

MELHOR CANÇÃO ORIGINAL

"Let It Go" (Frozen - Uma Aventura Congelante)
"The Moon Song" (Ela)
"Ordinary Love" (Mandela)
"Alone Yet Not Alone" (Alone Yet Not Alone)
"Happy" (Meu Malvado Favorito 2)

MELHOR DIREÇÃO DE ARTE

12 Anos de Escravidão
Gravidade
O Grande Gatsby
Trapaça
Ela

MELHOR MAQUIAGEM E PENTEADO

O Cavaleiro Solitário
Vovô Sem Vergonha
Clube de Compras Dallas

MELHOR FIGURINO

12 Anos de Escravidão
Trapaça
O Grande Gatsby
The Invisible Woman
O Grande Mestre

MELHOR EDIÇÃO

Jay Cassidy e Crispin Struthers (Trapaça)
Christopher Rouse (Capitão Phillips)
Alfonso Cuarón e Mark Sanger (Gravidade)
Joe Walker (12 Anos de Escravidão)
Clube de Compras Dallas

MELHORES EFEITOS ESPECIAIS

Gravidade
O Hobbit: A Desolação de Smaug
Homem de Ferro 3
O Cavaleiro Solitário
Além da Escuridão - Star Trek

MELHOR EDIÇÃO DE SOM

Até o Fim
Capitão Phillips
Gravidade
O Grande Herói
O Hobbit: A Desolação de Smaug

MELHOR MIXAGEM DE SOM

O Hobbit: A Desolação de Smaug
Capitão Phillips
Gravidade
Inside Llewyn Davis - Balada de um Homem Comum
O Grande Herói

MELHOR CURTA-METRAGEM

Aquel No Era Yo
Helium
Pitääkö Mun Kaikki Hoitaa?
The Voorman Problem
Avant Que De Tout Perdre (Just Before Losing Everything) *

MELHOR CURTA-METRAGEM DE ANIMAÇÃO

Get a Horse!
Feral
Mr. Hublot
Possessions
Room on the Broom

MELHOR CURTA-METRAGEM DE DOCUMENTÁRIO

Facing Fear
Karama Has No Walls
The Lady in Number 6: Music Saved My Life
Prison Terminal: The Last Days of Private Jack Hall
CaveDigger

Fonte: AdoroCinema

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terça-feira, 14 de janeiro de 2014

Microsoft pode lançar Windows 9 em 2015



O novo sistema operacional da Microsoft já tem nome. O Windows 9, batizado de Threshold, deve sair já em abril de 2015, de acordo com informações do SuperSite For Windows, do especialista Paul Thurrot. A novidade deve ser oficializada na BUILD, conferência da empresa que acontece em abril deste ano.

Segundo Thurrot, esse sistema operacional chega depois das atualizações lançadas para o Windows 8.1. A edição mais recente terá um Service Pack gratuito, de nome "Update 1", ainda neste ano. A proposta é aumentar a integração entre os Windows Phones e computadores.

Segundo o site, a ideia de criação do Windows 9 envolve um sistema operacional que solucione problemas e supere críticas do 8.1. Por conta disso, a marca Windows 8 será posta de lado. Mas o novo sistema deve trazer poucas novidades, como por exemplo um botão Iniciar, que voltou parcialmente na versão anterior. Também é possível que seja instalada segunda interface Metro, que traria a opção de abrir em modo janela os aplicativos baseados na Modern UI, junto com outras funções.

Fonte: Folha de PE

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segunda-feira, 13 de janeiro de 2014

Androides a serviço do homem só vão virar realidade em 50 anos


“Estou pronta para servir. O que deseja?”, cumprimenta Minerva. A voz lembra as mensagens ouvidas em alto-falantes no aeroporto, e o rosto é o de uma boneca muito cara. O diálogo continua, e a máquina humanoide responde com frases polidas, como “É bom acordar com o pé direito, não é mesmo?”. Diplomática, Minerva sabe conduzir uma conversa com educação, e busca suas respostas em um banco de mais de 50 mil sequências de diálogos com base no horário e nos papos que bateu ultimamente.


Ela não é tão dinâmica quanto C3PO, o robô da série Guerra nas estrelas, que se diz fluente em mais de 6 milhões de formas de comunicação, mas dificilmente duas conversas com ela serão iguais – e isso é mais do que se pode esperar de muitas pessoas. “Você não vai discutir filosofia, é só bater um papo. Aquela conversinha de elevador dá para fazer de forma bastante razoável”, descreve Marcos Barretto, coordenador do Laboratório de Robôs Sociáveis da Faculdade Politécnica da Universidade de São Paulo (Poli-USP) e um dos criadores da mulher mecânica.

Por enquanto, Minerva ainda tropeça em algumas respostas com um educado “não entendi”, como reagiria qualquer pessoa que é apresentada a um novo assunto. Afinal, um robô não conta com os anos de aprendizado que uma pessoa tem desde a primeira infância. Todas as convenções sociais, as regras de etiqueta e a adaptação das respostas de acordo com o contexto precisam ser ensinadas. No caso da robô feita pela equipe da Poli-USP, o que ela sabe foi programado manualmente por uma força-tarefa de alunos, com base em conversas reais e em referências de diálogos.

“No final, é isso, um tijolinho de cada vez para fazer a casa”, resume Barretto. O pesquisador estima ao menos mais uma década até que possamos conversar com as primeiras máquinas dotadas da capacidade de interpretar perguntas e formular respostas. No futuro, especula o especialista, podemos ter companhias mecânicas como no filme Frank e o robô, em que uma máquina se torna cuidadora de um idoso. Ou, ainda, sermos atendidos por um simpático porteiro eletrônico que fala sobre o tempo, conta piadas ou comenta o último jogo de futebol.

Evolução lenta

Traduzir para a linguagem das máquinas as sutilezas do diálogo humano é uma difícil tarefa da computação afetiva, o ramo da robótica que tem o objetivo de dar a um sistema eletrônico a capacidade de reagir de forma apropriada a uma pergunta ou comentário. Até há pouco tempo, relações entre homem e máquina como essa só existiam no imaginário popular, e eram retratadas em diversos níveis no cinema: desde o limitado robô B9 da série dos anos 1960 Perdidos no espaço (que praticamente se limitava a gritar “perigo!” e a dizer “isso não computa”), a androides perfeitos como o menino David, de A. I. – Inteligência Artificial, capaz de simular o amor de um filho.

Um cenário mais realista, de acordo com a descrição de especialistas, estaria no meio-termo. No futuro próximo, devemos nos deparar com balconistas em repartições como o assistente que atende o operário Max no filme Elusium. Ao notar que o personagem interpretado por Matt Damon está nervoso, a máquina lhe oferece um medicamento, e depois teme por um ataque. A conversa com o robô, no entanto, é fria: o atendente eletrônico se recusa a argumentar com Max e ainda tem dificuldades em detectar o sarcasmo na voz do humano.

O velho sonho de dotar robôs de inteligência foi descrito de forma exemplar em 1950 pelo escritor Isaac Asimov, autor do consagrado livro Eu, robô. Na série de contos que mostram o desenvolvimento das máquinas inteligentes, o russo descreve os primeiros modelos de robôs como grosseiros assistentes mudos e encarregados de tarefas simples, como distrair uma criança. Levariam anos até que eles evoluíssem para operários cegos pelo raciocínio lógico de seus cérebros positrônicos e depois chegassem até mesmo a desenvolver preferências próprias, como o gosto por livros. Somente muito depois eles adquiririam sensibilidade suficiente para se tornarem os atenciosos cuidadores de toda a humanidade.

O especialista em robótica da organização internacional Instituto de Engenharia Elétrica e Eletrônica (IEEE) Antonio Espingardeiro assegura que essa evolução realmente deve ser lenta, e que robôs idênticos aos humanos não devem fazer parte da nossa vida tão cedo. “Não há robôs humanoides nas ruas e, lamento desapontar, mas esses robôs não serão vistos nos próximos 30 ou 40 anos”, avalia. “Porque nós temos 50 anos de computação, e só agora um computador começa a ouvir, começa a ler, começa a falar, começa a ver”, enumera Espingardeiro.

Variedade

O cenário, prevê Espingardeiro, aponta para um futuro com robôs “de muitas morfologias, de muitas formas, de muitas escalas, de muitos tipos de locomoção”. Essa variedade tecnológica pode ser parecida com a retratada no filme Wall-e, em que uma colônia espacial é mantida por diversos robôs em formatos de objetos automatizados e por máquinas especializadas em tarefas como limpar o chão, maquiar e, claro, recolher o lixo, como o próprio personagem que dá nome ao longa.

Os equipamentos que têm cara de máquina, não de gente, se multiplicam na maior velocidade que as linhas de montagem permitem. O mercado já oferece uma variedade de pequenas máquinas automáticas que fazem tarefas simples da casa, como limpar janelas ou cuidar do jardim. Programar a cafeteira, a máquina de pão ou a panela de arroz já se tornou rotina. A empresa iRobots, exemplo mais próximo que temos da Skynet hoje em dia, já vendeu mais de 6,5 milhões de unidades do aspirador de pó autônomo Roomba, um disco que passeia sozinho pela casa, encontrando e sugando a sujeira do chão.

Para o especialista em robótica Marco Antonio Meggiolaro, professor de engenharia mecânica do CTC da PUC-Rio, a tendência é que a própria casa se torne um grande robô, mais barato e eficiente do que a figura de servente mecânico retratada há décadas em filmes e séries de TV. “Em vez de gastar bastante dinheiro para ter um robô no formato de um ser humano, executando várias tarefas, uma de cada vez, por que não gastar uma fração desse dinheiro numa máquina de lavar automática, ou em um sistema que liga e desliga o ar-condicionado?”, questiona.

O raciocínio, infelizmente, tornaria inúteis alguns dos personagens mais queridos da ficção científica. “É muito caro fazer um robô R2-D2 que vai ajudá-lo a pilotar a sua nave. É muito mais barato fazer um computador de bordo muito sofisticado”, afirma Marco Antonio. Talvez George Lucas não tenha pensado nessa lógica ao criar os droides do universo de Guerra nas estrelas, assim como tantos outros autores que deixam de lado o realismo em função narrativa. Mas são justamente histórias como esta que até hoje alimentam a criatividade de pesquisadores e cientistas, e fazem surgir ideias que mudam para sempre a vida real.

Leis da robótica

Isaac Asimov cunhou as três leis que devem reger a robótica no conto “Runaround”, repetida na coletânea Eu, robô. As regras dizem que um robô não deve ferir um ser humano, ou deixar que uma pessoa de machuque por omissão; a máquina também deve obedecer às ordens dadas por qualquer humano, a não ser que elas entrem em contradição com a primeira lei; e os robôs também seriam obrigados a proteger a própria existência, contanto que a tarefa não seja um conflito às primeiras duas leis.

"Escravos"

O conceito de robôs surgiu na ficção, há quase um século. Em 1921, a peça tcheca de Karel Capék Rossum’s Universal Robots levou para os teatros a ideia de uma fábrica de seres humanos artificiais que trabalham como escravos – a palavra “robota”, que cunhou o termo, tem significado similar a “trabalho forçado”. Essas máquinas só passariam a fazer parte da realidade na década de 1950, quando os “escravos robóticos” foram reduzidos aos braços mecânicos adotados pela General Motors nas linhas de montagem de automóveis.

Fonte: Pernambuco.com

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sábado, 14 de dezembro de 2013

Twitter abandona novo bloqueio de usuários



O Twitter desistiu de alterar a política de bloqueio de usuários. A mudança faria com que um contato bloqueado recebesse as mensagens da pessoa que o barrou, permitindo ainda que retuitasse as mensagens então privadas. O recurso se tornaria então apenas uma forma de deixar de receber as mensagens do usuário bloqueado no microblog. Milhares de internautas criticaram a medida, e então o Twitter decidiu desfazer a mudança, somente quatro horas depois de anunciar as alterações no blog oficial.

Por meio de uma publicação no portal, a empresa anunciou que decidiu reverter a situação "após receber os comentários de muitos usuários – não era nossa intenção incluir funcionalidades que deixassem os usuários menos seguros. Todos os bloqueios feitos anteriormente continuam ativos”. O microblog afirma que essa política adotada não é a mais adequada, já que o internauta fica sabendo que foi bloqueado, o que dá margem a brigas desnecessárias.

Em contrapartida, foram várias as reclamações de que a nova política deixava os usuários bloqueados ainda mais livres, porque continuariam a ter acesso às mensagens de quem o bloqueou. O Twitter disse que continuará a “explorar funcionalidades que protejam os usuários de abusos e previnam retaliações”.

Fonte: Folha de PE

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segunda-feira, 11 de novembro de 2013

Eles mergulharam de cabeça

Deixar de lado quem você é e assumir, de forma convincente, o papel de outra pessoa, é o grande desafio da atuação. E justamente em busca desse convencimento que alguns atores e atrizes radicalizam – muitas vezes colocando em risco a saúde, os relacionamentos e, até mesmo, a sanidade mental.
Abaixo, listamos quatro atores que são exemplo do quanto alguém pode se dedicar pra assumir a pele de outra pessoa – mesmo que acabem pagando caro por essa dedicação radical.
Robert de Niro:

Imagine-se trabalhando 12 horas por mês, durante um mês, pra entender o que se passa na cabeça dos profissionais de uma determinada categoria. Foi essa a técnica utilizada por Robert de Niro nas preparações pra seu papel em Taxi Driver. Como se fosse pouco, vale lembrar que o ator – que é conhecido por discutir com outros atores durante as gravações apenas pra provocá-los a raiva necessária pra uma determinada cena – pagou US$ 5 mil a um dentista antes das filmagens de Cabo do Medo pra ter seus dentes completamente deteriorados, por acreditar que o aspecto combinaria com o personagem. Ao fim das gravações, Niro pagou mais US$ 20 mil pra ter sua arcada completamente restaurada.
Christian Bale:


Poucos atores mudam tanto e em tão pouco tempo a sua forma física quanto Christian Bale. Se, pras gravações de O Operário, em 2004, o ator chegou aos 55 Kg – com ossos e veias bem evidentes –, em 2005 Bale ressurgiu forte como nunca, 28 Kg mais pesado, para o papel de Bruce Wayne em Batman Begins. O vai e vem na balança se seguiu pelos anos seguintes, com o ator pesando 61 Kg em O Sobrevivente (2006), 86 Kg em O Cavaleiro das Trevas (2008) 66 Kg em O Vencedor (2010) e 90 Kg em O Cavaleiro das Trevas Ressurge (2012).
Jared Leto:

Se o assunto é aumentar ou diminuir o peso drasticamente pra interpretar alguém, outro que merece menção é o ator e músico Jared Leto. Pra interpretar Mark Chapman, responsável pelo assassinato de John Lennon, Leto engordou nada menos que 28 Kg, ficando praticamente irreconhecível. Pra se ter uma ideia, o esforço foi tão grande que, por essa época, o vocalista do 30 Seconds to Mars precisou de cadeira de rodas pra se locomover. E esse não é o único exemplo da carreira do ator: em 2001, Jared já havia ficado 11 Kg abaixo do peso pra interpretar um viciado em heroína em Requiém Para Um Sonho; ano passado, a dedicação foi ainda maior e, pra interpretar um travesti portador de HIV nas gravações de Dallas Buyers Club, o ator chegou a pesar pouco mais de 50 Kg.
Heath Ledger:

Até o lançamento de O Cavaleiro das Trevas, a escolha de Heath Ledger pra assumir o papel do vilão Coringa havia recebido diversas críticas – isso porque muitos queriam Johnny Depp em seu lugar e porque o padrão de comparação era ninguém menos que Jack Nicholson, o Coringa no filme de 1989, dirigido por Tim Burton. No entanto, a dedicação do ator foi tão grande – Ledger passou um mês isolado em seu apartamento dormindo menos de duas horas por noite pra poder entrar na pele do perturbado palhaço – que, quando o filme foi lançado, arrancando elogios por todos os lados, o ator, consumido pela paranoia e pela insônia, já havia morrido vítima de uma overdose de remédios pra dormir.
Fonte: Oi Acontece

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segunda-feira, 14 de outubro de 2013

Google usará nome, fotos e recomendações de usuários em anúncios



Para surpresa dos usuários, o Google alterou seus termos de serviço para usar nomes, fotos, comentários e recomendações de usuários em seus anúncios. A mudança vale para sites da companhia como YouTube e Google+. A notícia causou polêmica.

A partir de 11 de novembro o Google poderá mostrar recomendações de mais de dois milhões de sites que fazem parte da rede de publicidade do Google. O alcance de audiência chega a 1 bilhão de pessoas. Ou seja, ao ver um anúncio de um restaurante por exemplo, o usuário poderá ver dentro do comercial se algum amigo seu recomendou o lugar.

“Com o feedback de pessoas que o usuário conhece, ele pode economizar tempo e melhorar os resultados para si e para seus amigos em todos os serviços da Google”, disse a empresa em um comunicado oficial em seu site. Ainda não ficou muito claro como será feito a utilização dessas informações, mas muitos usuários já estão reclamando nas redes sociais sobre a mudança.

Ainda segundo o Google, usuários que não quiserem disponibilizar essas recomendações para uso comercial poderão alterar suas configurações de privacidade.

Fonte: MundoBit

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quinta-feira, 3 de outubro de 2013

Facebook cumpre decisão judicial e apaga mensagens ofensivas



O juiz Régis Rodrigues Bonvicino, da 1ª Vara Cível de São Paulo, publicou nesta quinta-feira um ofício que informa o cumprimento da determinação do Facebook de deletar mensagens de conteúdo ofensivo presentes na página da apresentadora Luize Altenhofen. Foram excluídas 22 postagens contra o dentista Eudes Gondim Júnior, acusado de agredir o cachorro de estimação de Luize. 

“O Facebook tem 48 horas de prazo para cumprir a ordem judicial, sob pena de ser retirado do ar, no país todo, porque, ao desobedecer uma ordem judicial, afronta o sistema legal de todo um país. O Facebook não é um país soberano superior ao Brasil”, afirmou o despacho emitido por Bonvicino na última quarta-feira. 

Paulo Roberto Esteves, advogado do dentista, afirmou em entrevista a INFO que indicou as URLs com o conteúdo ofensivo e a Justiça determinou a exclusão das publicações. “Pedimos para que as expressões ofensivas fossem retiradas do Facebook. Ela divulgou o endereço e o nome de meu cliente e isso repercutiu negativamente em sua vida pessoal e profissional”, afirmou.

Na decisão publicada por Bonvicino na última quarta-feira, o magistrado rechaçou as alegações de que o Facebook Brasil não era responsável pelo gerenciamento e do conteúdo e da infraestrutura do site. 

"A afirmação é uma desconsideração afrontosa à soberania brasileira. Soberania refere-se a uma entidade que não tem superiores na ordem externa e nem iguais na ordem interna. Se o Facebook opera no Brasil, ele está sujeito às leis brasileiras", disse Bonvicino no despacho.

Fonte: Info

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Um playground gigante para 3 protagonistas




Em 2008, ainda nos primeiros anos desta geração, a Rockstar Games mostrou com Grand Theft Auto IV (GTA IV) do que o Xbox 360 e PlayStation 3 eram capazes. Cinco anos depois, fechando o ciclo de vida destes consoles, a produtora lança Grand Theft Auto V (GTA V) e estabelece um novo patamar de grandeza nos jogos de mundo aberto. GTA V consegue ser maior, tecnicamente mais avançado e mais divertido que seu predecessor, entrando para o rol dos games fantásticos que estão premiando o fim desta geração.

Em GTA V, voltamos para a cidade de Los Santos e suas localidades adjacentes, uma representação fictícia de Los Angeles, nos Estados Unidos. Tal cenário já foi visitado em GTA: San Andreas, considerado por muitos o melhor jogo da franquia até então. Dentro deste cenário surge não um, mas três personagens principais jogáveis (Michael, Franklin e Trevor), a grande novidade do título em termos de narrativa.

Michael é um ladrão de bancos aposentado que forjou sua morte através de um policial corrupto e hoje vive na crise de meia idade sendo o pai de uma família disfuncional. Uma dívida milionária e as frustações do dia a dia trazem novamente Michael para o mundo do crime. Franklin é o personagem principal clássico de GTA; um cara comum sem dinheiro e expectativas na vida, morador de um bairro pobre e que sempre conviveu com a criminalidade, sendo praticamente arrastado para ela. Seria o ‘bandido de bom coração’ do jogo. Já Trevor é o oposto. Completamente psicótico, Trevor mata inconsequentemente, tem ataques violentos de fúria, não segue padrões morais, é ofensivo, desbocado, depravado e vingativo. Do longe, é o personagem mais insano que a Rockstar já colocou na mão dos jogadores.


Michael e Trevor se conhecem há vários anos e irão retomar agora o turbulento relacionamento, enquanto Franklin é o novato do grupo. Com três personagens na manga, a Rockstar conseguiu trazer ainda mais variedade ao jogo, explorando características da história e personalidade de cada um. Quase sempre o jogador poderá alterar entre os protagonistas e realizar as missões principais e secundárias de cada um independentemente. Se enjoar de jogar com o Michael, basta trocar para o Trevor ou Franklin e depois voltar para o Michael novamente. Outro trunfo de ter três personagens são as missões em grupo, onde o jogador pode alterar entre os três durante a ação para cumprir os objetivos, cada um realizando uma parte das tarefas.

Na jogabilidade, GTA V não difere muito de GTA IV, mas evolui em quase todos os aspectos. A condução de carros está mais precisa e o tiroteio está mais refinado graças à experiência que a desenvolvedora acumulou com Red Dead Redemption e Max Payne 3. Ainda na jogabilidade, a Rockstar resolveu diferenciar os personagens através de níveis de atributos - como força, resistência, condução e mira - que podem ser evoluídos e habilidades especiais de cada personagem. Michael consegue deixar tudo em câmera lenta enquanto está a pé para melhorar o tiro e os ataques furtivos, Michael também diminui a velocidade enquanto está dirigindo para melhorar as manobras e Trevor ‘liga’ um modo de fúria em que passa a causar mais dano com tiros e receber menos ferimentos.

Um mundo enorme e cheio de pequenos detalhes

GTA V pode ser considerado um novo grande marco nos jogos de mundo aberto. O cenário gigantesco criado pela Rockstar engloba uma metrópole lotada de prédios, áreas comerciais, residenciais, sistema de transporte, de entretenimento, aeroportos, praias, desertos, montanhas, bosques, lagos e até áreas subaquáticas. E para cada uma delas existem missões e submissões que farão os jogadores explorarem cada um destes ambientes. Não basta oferecer um mundo enorme se você não dá motivos para que a pessoa ‘passeie’ por ele, e a Rockstar sabe disso.



Falando em passear, as opções para dar uma volta por Los Santos e adjacências não ficam restritas apenas aos veículos terrestres como carros e motos. Aqui temos também barcos, jet skis, aviões, helicópteros, além de bicicletas para os que também querem se exercitar, paraquedas para os aventureiros ou táxi e metrô para os que não querem ter trabalho nenhum.

Alguns outros detalhes que a Rockstar aperfeiçoou em GTA V dizem respeito à economia do título. Existem muitas formas de ganhar e gastar dinheiro, legal e ilegalmente. Você pode adquirir propriedades para morar ou empresas para receber uma renda fixa, investir na bolsa de valores, cumprir missões de serviços, como entregas de drogas ou armas, ou ter seu próprio laboratório de metanfetamina. As missões principais de roubo em grupo também exigem administração de recursos. Você pode contratar parceiros com diferentes níveis de experiência, cada um deles pedindo uma fatia do ‘apurado’ de acordo com sua eficiência.

Outro aspecto que tenta imita a vida real são os smartphones que cada personagem carrega e o uso da internet no jogo. Com o dispositivo sempre ao alcance, você pode conferir sua conta do banco, comprar carros, armas, tirar e compartilhar fotos e até acessar redes sociais. Sim, GTA V tem seu próprio Facebook e ele se chama, ironicamente, de LifeInvader (Invasor de Vidas). Nada mais coerente para um jogo que não tem limites para tirar uma onda de tudo e todos, principalmente do American Way of Life (estilo de vida americano).

Serviço
Grand Theft Auto V
Cotação: Excelente
Plataformas: Xbox 360 e PlayStation 3
Legendas em português
Preço: R$ 199

Fonte: Folha de PE

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segunda-feira, 30 de setembro de 2013

Com 80% das obras concluídas, Arena Pantanal corre contra o tempo



Das seis arenas que ainda faltam ser entregues para a Fifa, a Arena Pantanal, em Cuiabá-MT, está em 5º lugar quanto ao cronograma. Até o presente momento, 80% das obras foram concluídas, mas a imagem revela que ainda há muito trabalho pela frente. 

A Arena Pantanal já está com seis estruturas metálicas içadas, mas faltam os dois chapéus. Os módulos dos setores leste e oeste também serão levantados nas próximas semanas. Quanto ao campo de jogo, o plantio do gramado já foi iniciado, bem como a drenagem que já está com 70% de execucção. 

Com capacidade para 42.968 pessoas, a Arena Pantanal vai receber quatro partidas da Copa do Mundo 2014.

Fonte: Placar

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sábado, 28 de setembro de 2013

Aos 15 anos, Google lembra do passado, de olho no futuro



O Google comemora seus 15 anos nesta sexta-feira (27) fazendo uma viagem no tempo e apresentando uma atualização da fórmula do motor de buscas que ajudou a catapultar a gigante da tecnologia.

A empresa levou jornalistas em um tour onde tudo começou, a garagem de Susan Wojcicki em Menlo Park, Califórnia, onde Larry Page e Sergey Brin começaram a trabalhar no Google em 1998. Wojcicki atualmente é vice-presidente da companhia.

Enquanto isso, uma página do Google+ incluiu um álbum de fotos da página original do motor de buscas e recebeu dezenas de mensagens de feliz aniversário.

Mas o Google, que se tornou uma das maiores empresas do mundo, não se contentou apenas em olhar para o passado e anunciou uma atualização de seu principal motor de buscas, com novas formas de integrar seu uso em diferentes dispositivos.

Desde 1998, o mundo da tecnologia mudou dramaticamente e o Google informou que seu motor de buscas tem sido constantemente melhorado.

"O mundo mudou tanto desde então: bilhões de pessoas ficaram online, a internet cresceu exponencialmente e agora você pode fazer qualquer consulta no pequeno dispositivo que leva no bolso", comentou o diretor do setor de buscas do Google, Amit Singhal, em um post publicado em um blog.

"Você pode explorar o mundo com o Knowledge Graph, fazer consultas com a pesquisa por voz e obter informações antes mesmo de precisar pesquisar com o Google Now", acrescentou.

Singhal explicou que as mudanças incluem "um desenho mais simples e mais unificado em dispositivos móveis".

"Você também vai notar um visual e uma experiência novos no Google Search em seus telefones e tablets", acrescentou.

"É mais limpo e simples, otimizado para o toque, com resultados agrupados em cartões de forma que você possa se concentrar nas respostas que está procurando", emendou.

Danny Sullivan, do blog de tecnologia Search Engine Land, disse que a atualização do principal motor de buscas se baseia em um novo algoritmo apelidado “Hummingbird” (beija-flor), que ele afirmou ser "especialmente projetado para lidar com consultas complexas".

Fonte: Info

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quinta-feira, 1 de agosto de 2013

Empresa desenvolve tecnologia para aumentar capacidade de baterias de celular



A empresa japonesa Shin-Etsu desenvolveu um material que poderia aumentar em até 10 vezes a capacidade das baterias de íons de lítio usadas nos telefones celulares, informou nesta quinta-feira (1º) o jornal "Nikkei".

A empresa japonesa especializada em semicondutores utilizou sua tecnologia para produzir lâminas de silicone que conservam a carga elétrica dentro das baterias, uma alternativa aos materiais baseados em carbono usados normalmente.

A Shin-Etsu, que poderia começar a produzir em massa este produto em três ou quatros anos, já enviou seus protótipos a fabricantes de baterias dentro e fora do Japão para estudar aspectos como o custo e o desgaste com o tempo dos materiais usados.

O mercado global das baterias de lítio será de US$ 2,26 bilhões em 2017, 50% maior que em 2012, de acordo com as projeções da empresa Fuji Keizai.

Os fabricantes japoneses controlam quase metade do mercado global de materiais usados nas baterias de íons de lítio, do qual são líderes a Panasonic e a sul-coreana Samsung SDI.

Neste momento, a japonesa Hitachi Chemical está desenvolvendo uma tecnologia para aumentar a capacidade das baterias utilizando ligas de metais.

Segundo o "Nikkei", embora o Japão esteja na vanguarda do desenvolvimento tecnológico tanto na capacidade como na segurança das baterias para celulares, as empresas da China e da Coreia do Sul estão ganhando posições com o desenvolvimento de novos materiais.

Fonte: Folha de PE

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quarta-feira, 31 de julho de 2013

Facebook: lucro líquido de U$331 milhões no 2º trimestre


A rede social Facebook anunciou na última quarta-feira resultados melhores que o esperado pelo mercado para o segundo trimestre, graças a um aumento da receita publicitária para aceso ao site com dispositivos móveis.

O grupo norte-americano obteve lucro líquido de 331 milhões de dólares, contra uma perda de 157 milhões um ano antes. A empresa indicou que 40% de suas recita publicitária vem de dispositivos móveis, contra 30% no trimestre anterior.

Nas negociações eletrônicas, as ações do Facebook dispararam 18,33% a U$31,37 por volta das 17H30 (horário de Brasília).

O faturamento do grupo cresceu 53% em relação ao mesmo período do ano passado, a 1,8 bilhão de dólares, quando os analistas esperavam 1,6 bilhão.

O lucro por ação superou em cinco centavos o esperado pelos analistas, a 19 centavos.

"Nosso trabalho para fazer do (dispositivo) móvel o melhor meio de acesso ao Facebook dá bons resultados e nos oferece bases sólidas para o futuro", comentou o presidente do grupo, Mark Zuckerberg, no comunicado.

Fonte: Diário de PE

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terça-feira, 30 de julho de 2013

Desligamento da TV analógica foi antecipado para 2015



O Governo corre para acelerar a TV digital no Brasil. O ministro das Comunicações, Paulo Bernardo e a presidente Dilma Rousseff se reuniram na segunda (29) para antecipar o desligamento do sinal analógico de 2016 para 2015. “Em vez de fazer o apagão da TV analógica em uma única data, em 2016, vamos fazer escalonado, a partir de 2015”, disse o ministro. O decreto foi publicado nesta terça (30) no Diário Oficial da União.

O desligamento começa 1º de janeiro de 2015 e termina dia 31 de dezembro de 2018. Grandes cidades como Brasília, São Paulo e Rio de Janeiro serão as primeiras. O cronograma exato será desenvolvido pelo ministério das Comunicações. Esse decreto substitui um anterior que planejava o desligamento em 2016, de uma única vez.

Fonte: Mundobit

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segunda-feira, 29 de julho de 2013

Até 2014, Brasil deve ter 60 mil escolas públicas com aulas em período integral





Mais de 49,3 mil escolas públicas em todo o país têm atividades em período integral. A expectativa é que até o ano que vem sejam 60 mil. No turno complementar, além de acompanhamento pedagógico obrigatório com aulas de reforço escolar em matemática, português, ciências e uma língua estrangeira, os alunos podem praticar esportes e participar de atividades culturais, que ajudam a melhorar a disciplina e a concentração.

“Nossa prioridade tem sido as escolas onde estão as crianças mais pobres, que são aquelas que recebem o Bolsa Família”, disse hoje (29) Dilma Rousseff, durante o programa Café com a Presidenta.

Segundo ela, a educação em dois turnos é importante para o aluno, para a família do aluno e para todo o país, pois o modelo ajuda no aprendizado de crianças e adolescentes. “Nenhum país do mundo chegou a se transformar em uma nação desenvolvida sem que as crianças tenham dois turnos na escola, nos colégios”, ressaltou.

Estudantes de 19,7 mil escolas rurais também participam do programa de ensino em dois turnos. Nessas escolas, além das atividades oferecidas nas demais escolas, os alunos ainda têm aulas ligadas à realidade do campo e da agricultura.

Só este ano, o governo federal já investiu R$ 1,8 bilhão no programa de educação integral. A maior parte dos recursos é repassada diretamente para a escola contratar monitores e professores, comprar material e preparar os espaços para receber as crianças nas atividades do chamado contraturno. O Ministério da Educação também repassa às prefeituras recursos para garantir alimentação de quem fica o dia todo na escola.

Fonte: Agência Brasil

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Ataque de hackers atingem usuários do Instagram



Alguns usuários do Instagram tiveram os seus perfis hackeados na noite do último domingo (28). As reclamações sobre o ataque começaram a ser realizadas pelo Twitter onde os usuários informavam que tentavam recuperar o acesso de suas contas, mas não conseguiam; enquanto isso, fotos não autorizadas com URL suspeitas eram publicadas em seus perfis, em sua maioria com imagens de frutas e sucos dietéticos. Um ataque similar já havia ocorrido na rede durante o mês de junho.

A rede social confirmou o ataque ao The Next Web. “Ontem à noite uma pequena porção de nossos usuários passou por um incidente de spam onde fotos indesejadas foram postadas em suas contas. Nossa equipe de segurança e spam rapidamente tomou providências para preservar as contas envolvidas, e as fotos publicadas estão sendo deletadas”, declarou.

Ainda não foram divulgadas informações de quantos perfis foram afetados e como o ataque foi feito, se através de uma invasão nos servidores do Instagram ou algo diferente.


Fonte: Leia Já

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Tecnologia 3D começa a dar sinais de saturação




Quando o longa Avatar estreou, no final de 2009, a impressão que se tinha era de que o cinema nunca mais seria o mesmo. Dirigido e idealizado por James Cameron, o filme deu um passo adiante no uso da tecnologia em uma produção, com a mistura de imagens de atores reais em 3D e composições de cenários e personagens feitas em computadores. O resultado foi um filme aclamado pela crítica por sua beleza e, ao mesmo tempo, bem recebido pelo público, que o transformou na maior bilheteria de todos os tempos: 2,7 bilhões de dólares, no total. O impacto se deu pela maneira original como Cameron usava o 3D – ele criou equipamentos próprios para isso – e fazia o espectador se sentir dentro do filme. Daí se explicam as estatísticas de Avatar, que somente no fim de semana de estreia nos Estados Unidos teve 71% de sua arrecadação oriunda das salas que exibiam cópias em três dimensões.

As produções que estrearam na sequência seguiram o caminho mostrado por James Cameron. De acordo com dados do site Box Office Mojo. Alice no País das Maravilhas, de Tim Burton, conseguiu 70% de sua bilheteria de estreia, de 116,1 milhões de dólares, com as exibições em 3D. No caso de Tron: O Legado, de Joseph Kosinski, a fatia do 3D foi de surpreendentes 82% da arrecadação de 44 milhões de dólares no fim de semana de estreia. A aposta na tecnologia era tamanha que até diretores experientes e consagrados como Martin Scorsese (e seu Hugo, indicado ao Oscar de melhor filme em 2012) embarcaram nas três dimensões. Havia quem imaginasse que o cinema jamais abriria mão do 3D.

O que se vê hoje, porém, é uma saturação da tecnologia. Entre junho e julho, no intervalo de duas semanas, duas produções se sucederam no posto de pior estreia em 3D da história. Somente 27% da arrecadação da animação Meu Malvado Favorito 2 no primeiro fim de semana de exibição, nos EUA, veio das salas 3D. Quinze dias antes, outra animação, Universidade Monstros, fez 31% de sua bilheteria com cópias que exigem óculos especiais. E o mau desempenho do 3D não se restringe a animações. Na estreia do novo longa de Brad Pitt,Guerra Mundial Z, apenas 34% dos ingressos comprados eram para sessões em 3D, resultado pouco melhor que o de O Grande Gatsby, com 33%.

Se a tecnologia começou a dar sinais de cansaço em 2012, com longas como Madagascar 3: Os Procurados e sua fatia 45% para o 3D, 2013 parece ser o ano da debacle. 

Causas da queda – A obrigação de usar óculos nem sempre limpos ou confortáveis, a qualidade por vezes suspeita do 3D e, como consequência, o nem sempre compensador investimento nas sessões com a tecnologia, mais caras, são alguns dos fatores que vêm jogando contra a tecnologia.

A má utilização do 3D se dá pelo que o diretor James Cameron, o criador do fenômeno Avatar, chama de automatismo dos estúdios. Em busca de um caminho fácil para fazer dinheiro, muitas produtoras apostam na conversão pura e simples de filmes feitos em 2D para longas em três dimensões. A técnica de Cameron, ao contrário, consiste em filmar toda a produção em 3D, o que dá uma sensação maior de profundidade ao longa. E custa mais.

Além de um efeito superficial, o processo de conversão, utilizado em filmes como Fúria de Titãs (2010) e O Último Mestre do Ar (2010), pode causar uma piora significativa na qualidade das imagens, uma vez que o material gravado em duas dimensões nem sempre se adequa ao formato de três. “O motivo por que digo que Hollywood não está fazendo direito é que o processo se tornou automático”, disse James Cameron, citando outros dois exemplos da criticada conversão, durante o fórum americano de tecnologia TagDF, no começo de julho. “O Homem de Aço e Homem de Ferro 3 não precisavam estar em 3D. Se você gastar 150 milhões de dólares em efeitos visuais, seu filme já vai ser espetacular.”

O 3D mal feito afugenta espectadores, para quem o boca a boca ainda é a melhor forma de publicidade, de acordo com Humberto Neiva, professor de distribuição e exibição do curso de Cinema da Fundação Armando Álvares Penteado (Faap). “O público se sente ludibriado por pagar a mais para ver um filme em três dimensões sem qualidade”, diz.

Segundo o professor, o baixo faturamento de animações como Meu Malvado Favorito 2 e Universidade Monstros também pode estar relacionado ao público que esses filmes atingem, o infantil. “Para crianças é mais difícil a utilização dos óculos 3D, elas são mais inquietas”, disse. De olho nesse problema, pesquisadores vêm tentando desenvolver um sistema que dispense a utilização do acessório.

O eterno retorno – Anunciada por muitos como definitiva ao surgir, alguns anos atrás, a onda do 3D no cinema iniciada por Avatar não é a primeira e não será a última. A mais antiga moda da tecnologia de que se tem notícia aconteceu na década de 1950, quando até Alfred Hitchcock aderiu ao recurso – ele o empregou em Disque M para Matar (1954). Na época, porém, a tecnologia era incipiente e apresentava dificuldades técnicas, segundo Pedro Butcher, editor do site especializado FilmeB. Rodados em películas de 35 milímetros, os longas eram instáveis e causavam desconforto ao espectador quando se acrescentava o 3D.

Com a digitalização dos filmes, o problema foi resolvido e os estúdios aprenderam a gerrenciar melhor o recurso. “No começo do 3D, havia uma euforia, um pensamento de que o recurso seria usado para filmes de todos os gêneros, até comédias românticas. Hoje, se sabe que ele funciona melhor em produções de ação, fantasia e animações”, diz Butcher.

Brasil ainda curte – As dificuldades que o mercado exibidor americano enfrenta com o 3D não se repetem por aqui. Segundo dados da empresa de pesquisas Rentrak Brasil, os melhores resultados de três dimensões no ano passado foram os de Os Vingadores (56,1% da receita total) e A Era do Gelo 4 (48,2%), ambos superados pelo melhor resultado deste ano. O Homem de Ferro teve 64% da sua arrecadação proveniente de sessões com a tecnologia. O aumento foi percebido pela rede Kinoplex, cujas salas 3D foram responsáveis por 24% do público no primeiro semestre, ante 22% no mesmo período de 2012, segundo Patricia Cotta, gerente de marketing da rede.

Para o professor Humberto Neiva, isso se deve ao sentimento de novidade que o 3D traz ao público brasileiro, ao contrário do americano, que está acostumado com o recurso. O maior investimento em salas 3D também influencia, uma vez que amplia a oferta. Oferta que ainda não chegou ao seu limite. Segundo Pedro Butcher, ainda há espaço para o cinema 3D crescer no país. Apenas 747 das mais de 2.500 salas brasileiras estão equipadas para exibir filmes em três dimensões, mas até o final de 2015 o circuito estará completamente digitalizado.

O reduzido número de salas 3D foi apontado por Mariana Caltabiano, diretora e produtora de Brasil Animado (2011), a primeira produção brasileira em 3D, como um dos maiores entraves para a decolagem de longas tupiniquins que se utilizem do recurso. Ela lembra que Brasil Animado, um passeio nas telas por diversos pontos turísticos brasileiros, ficou apenas seis semanas em cartaz no grande circuito porque logo precisava ser substituído por outros filmes. Mas, a bem da verdade, o filme era um fiasco – mais um caso de 3D mal utilizado.

Fonte: Veja

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quinta-feira, 20 de junho de 2013

Veja mapa com as reduções de tarifas nas capitais brasileiras

Os protestos que assolam o Brasil desde a semana passada pressionaram prefeitos e governadores para a redução das tarifas de transporte público.

Em Pernambuco, o governador Eduardo Campos e o prefeito Geraldo Julio anunciaram, na manhã desta terça-feira, queda de R$ 0,10 nos preços das passagens de ônibus no Recife. Apesar disso, mais de 50 mil foram às ruas pedir um país melhor.

A decisão foi possível, de acordo com os políticos, devido à isenção de Pis/Cofins, anunciada pelo Governo Federal.


Clique na imagem para ampliar.

Fonte: Diário de PE

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